SEXTA-FEIRA, 21 DE NOVEMBRO
16h00 — Afrika Sky – Circus Black Vertical — O Circus Black Vertical é formado por mulheres artista pretas acrobatas que moram na periferia e se encontraram para pesquisar o circo contemporâneo em espaços não convencionais. Utilizamos os prédios como palcos para poder apresentar as acrobacias e coreografias verticais. O grupo estreou na Virada Cultural 2020, se apresentando no edifício sede da Prefeitura de São Paulo, na Biblioteca Mário de Andrade e no imponente edifício Martinelli. Nada mais simbólico e potente do que levar artistas pretos para ocupar voando os lugares mais altos da cidade. O espetáculo mistura circo contemporâneo aéreo com dança vertical. (20 min.) Onde: SP Escola de Teatro. DançaMix.
17h00 – Devir – Uma experiência vertical – Cia Base – DEVIR desafia a gravidade em prédios onde bailarinas verticais experimentam diversas possibilidades do movimento no sentido vertical e horizontal, criando experiências inesperadas de dança nas alturas. Usando as fachadas dos prédios, o espetáculo Devir, apresenta coreografias que mostram a superação do corpo femimino onde artistas desafiam seus limites, habitando e fomentando de forma sensorial e atuante o patrimônio arquitetônico, criando formas geométricas, desenhos no ar, transmitindo sensações e hipnotizando o espectador. O espetáculo retrata a força da mulher em superar os limites impostos pelo corpo e pela sociedade, apresentando acrobatas que desafiam a gravidade em prédios de diferentes alturas. Mulheres no topo da cidade. Mulheres que dançam e voam. Direção: Cristiano Cimino. Bailarinas verticais: Débora Goldzveig, Monika Lisboa e Sofia Figueredo. (30 min.) Onde: SP Escola de Teatro. DançaMix.
19h00 – Canções para Ninar Amélias – Espetáculo que une dança, teatro e música para contar histórias de mulheres reais. A obra retrata as múltiplas jornadas femininas, abordando temas como maternidade, trabalho e liberdade. Também dá voz às vivências de mulheres negras e trans, ampliando o olhar sobre feminilidade e resistência. Cada cena é um convite à empatia e à reflexão. Uma homenagem poética à força e diversidade das mulheres. Direção: Letícia Moric. Elenco: Alice Iacomini, Ananda Rossetti, Debora Dias, Geovana Matos, Giovana Ayumi, Laura Garzón, Luana Sinzatto, Karolline Esquivel, Maria Eduarda Vieira, Maria Clara Nakashiro. (50 min). Onde: SP Escola de Teatro – Sala Vange Leonel. Teatro adulto. Classificação 14 anos.
20h30 — PRELÚDIO: Quando a Solidão Encontra a Dança — O pop alternativo de Thaddeus se junta à expressividade da coreógrafa Fernanda Amaral em uma performance sobre a solidão. Sem canções românticas, o espetáculo aborda o burnout social por meio das faixas autorais do EP PRELÚDIO e releituras de Alceu Valença, Guilherme Arantes e Rita Lee. Sete corpos diversos ocupam o palco onde a dança se transforma em linguagem de introspecção e resistência. Direção e coreografia: Fernanda Amaral. Música e produção: Thaddeus. Bailarinos: Sara Chiapetta, Andreza Aguida, Bruna Almeida, Julia Darim, Hugo Leão, Ygor Ritondim, Rafael Melo. Produção executiva: Maísa Cota. Operação de som: Betina Ribeiro. Mídias: Marina Chaia. (30 minutos). Onde: SP Escola de Teatro – Sala Antônio Pompêo. DançaMix. 10 anos.
21h30 — Amoruim — Partitura corporal a partir da obra musical Amoruim da cantora Letrux. Uma curta viagem em minhas entranhas sobre amor, separação, amor após o fim e o exorcismo de todo o medo, apreensão e ansiedade em conhecer um novo mundo e um novo eu. Dança e Atuação: Felipe Leite. (10 minutos). Onde: SP Escola de Teatro – Sala Antônio Pompêo. DançaMix. Livre.
SÁBADO, 22 DE NOVEMBRO
19h00 — Murta – As Mulheres que habitam em Mim — MURTA, solo de dança de Ester Lopes, parte da ancestralidade e das formas de existência do corpo feminino periférico. A artista convoca suas ancestrais por meio de memórias, relatos e gestos herdados. Inspirada na Oralitura de Leda Martins, ela transforma o corpo em espaço de registro e resgate de lembranças visíveis e ocultas. O espetáculo mistura tempo e ritual para recontar histórias silenciadas, propondo novas rotas de ser e estar no mundo para corpos femininos racializados e laborais. Direção, Criação e Interpretação: Ester Lopes. Produção Executiva: Rômulo Alexis. Produção Operacional: Priscila Parajara. Iluminação: Edu Cabral. Figurino: Marca Todes. Trilha Sonora: Rogério Martins, Esdras Oliveira e Rodrigo Hara. (40 minutos). Onde: SP Escola de Teatro – Sala Antônio Pompêo. DançaMix. 12 anos.
20h30 — Flagellum — O espetáculo investiga o autoflagelo como gesto físico e simbólico, explorando os limites entre dor, resistência e vulnerabilidade. A obra mergulha em afetos contraditórios — entre angústia, felicidade e ódio — transformando o corpo em rito poético que revela a fragilidade e a potência da experiência humana. Direção, concepção, mixagem de som e performance: Cassio Gondim. Concepção de luz: Matheus Paschalidis. Produção: @coletivo_ne_xo. (40 min). Onde: SP Escola de Teatro — Sala Vange Leonel. Teatro Adulto. DançaMix. 16 anos.
22h00 — Me Ame Como Uma Sexta-Feira no Centro — Um encontro dançante entre afetos, corpos e desejos na noite do centro da cidade. “Me ame como uma sexta-feira no centro” é um espetáculo que atravessa a liberdade, o sexo, a solidão e o prazer como ritos de sobrevivência. Uma coreografia de encontros, memórias e suores urbanos, ao som dos álbuns da Liniker. Direção e Coreografia: Hélio Lima e Pretah Thaís. Provocações Cênicas: Wolly Kendhara. Iluminação: Hélio Lima. Fotografia e Vídeo: Alcídes Vieira. Elenco: Allan Almeida, Giovanna Morgado, Késia Santos, Pretah Thaís, Marvin Vinícius, Luigi Campos, Priscila Amorim, Bruno Fernandes, Ana Beatriz, Wolly Kendhara. (40 minutos). Onde: SP Escola de Teatro – Sala Antônio Pompêo. DançaMix. 14 anos.
