JUVENIL

QUINTA–FEIRA, 20 DE NOVEMBRO

15h00 — Caminhando Para o Nada — Após a última guerra nuclear da humanidade, dois “seres humanos” ou o que restou deles lutam para sobreviver em um mundo pós-apocalíptico, onde os recursos são escassos e a batalha pela vida é constante. Entre conflitos internos e externos, eles tentam decifrar o que é real e o que não passa de uma ilusão. Na terra devastada e sem vida, percebem que a destruição não está apenas no ambiente, mas também em seu interior. Um lugar, onde a natureza se torna o bem mais precioso e sua ausência a maior perda. Direção: Alberto Cecconi. Dramaturgia: Luiz Félix e Yara Yuriko. Atores e Atrizes: Luiz Felix e Yara Yuriko. Iluminação: Alberto Cecconi. Cenários: Luiz Felix e Yara Yuriko. Figurinos: Luiz Felix e Yara Yuriko. Artes Gráficas e divulgação: Yara Yuriko. (30 minutos). Onde: SP Escola de Teatro – Sala Antônio Pompêo. Teatro Juvenil. 16 anos.

16h30 – Deixa a Garota Brincar! — “Deixa a Garota Brincar!” fala sobre quatro adolescentes que compartilham suas trajetórias até o momento em que precisam escolher uma profissão. A partir de relatos pessoais, afetivos e intensos, elas revelam as dúvidas, os medos e os desejos que acompanham a passagem da adolescência para a vida adulta. Dramaturgia: Luísa Tarzia. Direção: Fabiana Carlucci. Preparação Corporal: Nata da Sociedade. Elenco: Débora Lima, Luna Gandra, Iolanda Souza, Esther Queiroz. Produção Executiva: Débora Lima e Fabiana Carlucci. (50 min). Onde: Espaço Parlapatões. Teatro Juvenil. Livre. 

17h00 – Levantes – Entre o ar e o fogo, onde a memória é guardada? Quem tem o direito de ser esquecido? A partida de futebol mais emocionante ou o simples ato de tomar café pela manhã? A vida continua, entre gritos e silêncios. Qual seria a diferença entre a primeira revolta — a “Revolta dos Malês” — e a sua revolta pessoal? No fim… nada está resolvido. Mas, afinal, o que seria a resolução? Direção: Lana Sultani. Produção: Amanda Silva, Júlia Santos. Elenco: Kaicky Rodri, Brayan, Toddynho, Luana Lavareda, Mirian Dionizio, Beni, Yuki Sugimoto, Willon Pereira, Juliana Mendonça, Willon Pereira, Amanda Silva, Júlia Santos, Maffort, Nicolle Braga, Raphaella Alves, Gabriela Fernanda, Gabriel Eleutério, Gabriel Eleutério, Erica Carneiro, Antônio Ferli, Anthony Cleal, Yuki Sugimoto, Lui modenez.  (60 min.) Onde: Praça Roosevelt — Área 1. Teatro Juvenil. SatyriBlack. 16 anos.

17h00 – Não Quero Atrapalhar, mas Posso Pedir uma Música? A performance investiga as distorções geopolíticas que moldam a imagem da América do Sul na construção dos mapas e imaginários globais, questionando as noções de Norte e Sul. Através da dança e da música, o corpo se torna território de resistência e reflexão coletiva sobre identidade, pertencimento e perspectivas decoloniais. Direção: Débora Silvério. Dramaturgismo: Laura Aragão. Dramaturgia: Criação colaborativa. Elenco: Débora Silvério, Gabi Bezerra, Miguel Menezzes e Zé Vitor Braga. Produção: Débora Silvério. (40 min). Onde: Praça Roosevelt — Área 2. Juvenil. PerforMix. Livre.

19h30 – Não me Assista Correr no Escuro – Ana sempre teve medo do escuro, ao longo de sua vida foi obrigada a lidar sozinha com as dificuldades de ver seu mundo se esvair em escuridão, apenas ouvia as cantigas cantadas por sua mãe para que fechasse os olhos. O escuro finalmente afetou-a em seus outros sentidos. Hoje Ana tem ainda mais medos e se perde nas ondas devastadoras de suas emoções, sozinha corre para afogar as vozes que a impedem de escutar a si mesma. Direção: Marcos Nascimento. Elenco: Caroline Silveira, Eric Santiago, João Vitor Camargo, Kelvin Moreno, Mari Spagiari, Mirian Dionizio e Vinicius Eduardo.  (60 min.) Onde: SP Escola de Teatro – Sala Hilda Hilst.  Teatro Juvenil. 14 anos. 

21h30 – Mito na Sarjeta — Uma ocupação localizada no centro de São Paulo abriga mitos tradicionais que passam por estado de decadência numa era digital. O E.t de Varginha chega na cidade, tentando então se encaixar e ser aceito pelas pessoas, se vê num momento esperançoso e decisivo: E se ele pudesse contar (ou inventar) a sua própria história? Elenco: Ana Viegas, Brunna Laurino, Lucas Araujo, Gabriel Mascarenhas, Lipe Monte Verde, Marina Atra Direção: Guilherme Andrade Dramaturgia: Luis Holiver Dramaturgismo: Larissa Nicácio. (60 min). Onde: SP Escola de Teatro — Sala Hilda Hilst. Teatro Juvenil. 14 anos.


SEXTA–FEIRA, 21 DE NOVEMBRO

00h30 – Joerma Mentis: Nem no Céu nem no Inferno…!? — Nesta comédia, a Morte tenta cumprir sua missão, mas o anjo Gabriel, sempre aparece para interrompê-la, ajudando o dono da empresa, Patrick Soares, por uma ordem divina de Deus, A negociação sobre o destino de Patrick Soares precisa ser decidida pelo conselho supremo do Juízo Final, enquanto a última vítima da maldade, Marcelino, também entra em cena pra ajudar a decidir o que será dele. Direção: Mabi Pinho. Produção: Pedro Ramos. Atuação: Mabi Pinho,  Pedro Ramos, Jucenil Leônidas Marques Faria, Vinicius Henrique de Oliveira Lopes, Ianca Ferreira dos Santos, Sophia Leitão Pastorello de Paiva, Davi Felipe da Silva Rodrigues, Ana Paula de Oliveira, Karina Stein, Carlos Augusto Tavares, Íris Rubira. Sonoplastia: Janaina dos Santos Francelino – Janiverso. (35 min).  Onde: SP Escola de Teatro — Sala Alberto Guzik. Teatro Juvenil. Classificação 12 anos.

14h30 – Fora da Cena Tropicalismo, o que restou em nós? Na rua de “Fora de cena”, vemos os dois lados do que restou da época em que este movimento revolucionário surgiu. De um lado, a insistente tentativa de silenciamento de vozes e existências que ousam seguir seus próprios tons e caminhos, do outro, o canto de quem persiste em resistir. Produção: Edson Mauro Maia da Veiga. Direção: Alessandra Peixoto Meireles e Genessy Almeida Neves. Elenco: Valquiria da Silva Ferreira, Ryan Ramos Marques, Tayrine dos Santos Pereira de Amerce, Alanis Teixeira dos Santos, Jucenil Leonidas Marques Farias, Joathan Antonio Santos Ribeiro e Sophia Leitão Pastorello de Paiva. (30 min). Onde: Espaço Satyros. Teatro Juvenil. 14 anos. 

17h00 –  Histórias dentro de um copo sujo: A Balburdia do Tempo – Em um país sufocado por uma ditadura opressora, a arte é uma afronta a ser silenciada. Nesse contexto, surge o “cafofo” da Lindsay, um simulacro de bar em decadência, que se torna um reduto da resistência. Entre garrafas vazias, poeira da incerteza, canções, memórias e vidências futuristas, um grupo de artista transforma o “cafofo” em um lar sagrado, feito de afetos onde a liberdade resiste. Texto: Sol. Direção: Joyce Lilian Lombardi. Elenco: Bruna Mattoso, Davi Silva, Guto Tavares, Ianca Santos, Karina Stein e Mabi Pinho. (25 min). Onde: SP Escola de Teatro – Sala Hilda Hilst. Teatro juvenil. Classificação 14 anos. 

SÁBADO, 22 DE NOVEMBRO

13h10 – Lançamento do livro “Seu nome é David e ele é autista” — A história descreve situações vividas por David, uma criança com transtorno do espectro autista, na perspectiva dos pais, que possuem uma visão muito peculiar e particular sobre os comportamentos de seu filho. O livro conduz o leitor para um universo imagético, poético e sensível, por meio de experiências vividas pelo protagonista em seu mundo interior, mundo este tão pouco conhecido pelas pessoas. Os pais de David não enxergam o filho segundo o senso comum, mas sim por meio de janelas que possam fortalecer a relação amorosa entre pais e filhos com esse distúrbio. lançamento e venda do livro “Seu nome é David e ele é autista” + roda de conversa sobre inclusão escolar. (60 min). Onde: Espaço Parlapatões – Palco Bar. Literatura. Juvenil.

14h00 – Coração Materno — “Coração Materno” narra a história de um camponês que, a pedido de sua amada, arranca o coração de sua mãe para provar seu amor. Ao retornar, ele tropeça e o coração cai. Mesmo após a morte, a voz da mãe ecoa, demonstrando amor incondicional e preocupação com o filho, questionando se ele se machucou. A história é uma alegoria sobre a intensidade do amor materno, que é retratado como superior e mais duradouro do que o amor romântico. Direção: Edhuardo Osório e Mário Goes. Direção Musical: Rodolfo Schwenger. Elenco: Selma Luchesi, Agnes Bordin, Alexia Twister, Clovys Torres, Edhuardo Osório, Lilian Lisboa, Mário Goes, Neila Camargo, Rodolfo Schwenger e Tatiana Montagnoli. Produção e equipe Técnica: Cia. De Teatro Paradoxos. (50 min).  Onde: Espaço Parlapatões. Teatro Juvenil. Livre. 12 anos.

14h00 – Corpos que Tombam Chico Nascimento reflete sobre a violência histórica e contemporânea sofrida por corpos negros na sociedade brasileira. Ele denuncia o genocídio da população negra, especialmente dos jovens periféricos, mulheres e trans, questiona as estruturas de poder que naturalizam essas mortes. O autor também propõe uma resistência através da arte e da memória, chamando atenção para a urgência de narrativas negras que valorizem a vida, a ancestralidade e a dignidade. O texto é um grito poético-político contra o apagamento e pela justiça social. Texto: Chico Nascimento. Direção: Francislaine Almeida. Elenco: João Welinton, Nathally Sena, Kelwen Dutra, Tamily Almeida, Raylay, Adrieli Orso. (45 min). Onde: SP Escola de Teatro – Sala Hilda Hilst. Teatro juvenil. Classificação 16 anos. 

15h30 – A Serpente – Na adaptação de ‘A Serpente’, de Nelson Rodrigues, mergulhamos em um turbilhão de segredos, desejos proibidos e tensões latentes. Em 25 minutos, a peça explora os dilemas de um triângulo amoroso e a violência de gênero, revelando camadas de moralidade e escolhas extremas. Uma história atemporal que ressoa com os desafios e conflitos dos dias atuais. Texto: Nelson Rodrigues. Direção: Leônidas. Elenco: Ana Paula, João Weliton, Leônidas e Sanra de Lis. (30 min). Onde: SP Escola de Teatro – Sala Vange Leonel. Teatro Juvenil. Classificação 16 anos. 

16h30 – COMEDITAS apresenta: O Bolo envenenado Espetáculo de Commedia Dell’Arte encenado pela cia COMEDITAS com orientação do professor Edu Chagas. Capitano inicia uma investigação com os arquétipos para descobrir quem envenenou o bolo mordiscado por Arlequim. Elenco: André Lu, Bianca, Clara César, Fernando Derval, Jordan Vinícius, Lian Ruby, Raio Camilo. (50 min). Onde: Espaço Parlapatões. Teatro Juvenil. Livre.

18h00 – Chibata – Teatro Juvenil Espetáculo que traça um paralelo entre o passado e o presente do Brasil, revelando como as estruturas de opressão, exploração e desigualdade continuam se repetindo. Inspirado na obra Navio Negreiro, de Castro Alves, aborda momentos históricos como a Independência, revoltas populares, guerras internas e o abolicionismo. A peça reflete sobre a persistência da violência, da exclusão social e da impunidade. As senzalas se transformaram em favelas, os senhores em patrões modernos. CHIBATA é um espelho crítico da história que insiste em se repetir. Direção: Junior Dutra. Elenco: Alice Izidio, Christian Hilario, Danielle Pierroni Marins, Deise Gonçalves Barbosa, Diogo Fatel de Souza, Eduardo de Oliveira Spezzoto, Eduardo Vechiato Castellini, Felipe Goes, Felipe Tavares, Gabriela Borges de Almeida, Giovana Maria Wanderley Barbosa, Gilvan alves, Gisele, Isabela Da silva Sonja Ferreira, João Pedro, João Paulo, João Pedro Batista de Souza, João Pedro Spezzoto Pereira, Luciano Virgilatto, Luiza Cordeiro Boff, Maria Luísa Rovani, Marcos Cavalcante, MEIRIELY RODRIGUES, Milene Cotrim de Almeida, Nathane Dias, Paulo Henrique Alves Dias e Sarah de Goes Paviane. (55 min). Onde: SP Escola de Teatro – Sala Hilda Hilst. Teatro juvenil. Classificação 14 anos.

18h00 – Era Uma Vez Um Livro — Em um acampamento na floresta, duas crianças, Mika e Cris, acabam se perdendo e caem na armadilha de uma bruxa misteriosa: a Cuca. A armadilha liberta o temido Rumpelstiltskin do Livro Mágico, colocando o mundo dos contos em perigo. Para restaurar a ordem, as crianças embarcam numa jornada repleta de personagens encantados, descobrindo que a leitura é uma poderosa aliada e que nem tudo é o que parece ser. Ator, Diretor, Dramaturgo e Diretor de Marketing: Matheus Faria. Atriz e Produtora: Andressa Maria. Atriz e Produtora Executiva: Andrea Xavier. Atriz: Larissa Polydora. Atriz: Rebeca Muniz. Ator e Social Mídia: Marcus Vinicius. Ator e Cenógrafo:  Ramisson Alves. (50 min).  Onde: Tenda Satyrianas. Teatro Juvenil. Livre.

DOMINGO, 23 DE NOVEMBRO

16h00 – Unhudo Na quebrada esquecida entre o morro e o mato, onde a cidade parece ter parado no tempo, o verde começa a invadir as vielas e engolir o que o concreto não cuidou. É nesse território que um grupo de jovens periféricos começa a perceber sinais de histórias que achavam ser apenas lenda de gente velha. Misturando horror folclórico, cultura caipira e vida urbana, UNHUDO é um causo moderno sobre o que acontece quando a natureza decide reagir. Direção geral: Edson Batista Jr. Texto e dramaturgia: Ana Clara Machado e Edson Batista Jr. Elenco: Marcos Paulo Ferreira Francisco, Joaquim Francisco Worms Costa, Karolayne Lucia da Silva Faleia, Monique Gomes de Almeida e Matheus Sena Raymundo. Cenografia e espaço cênico: Luna Silva Costa. Figurinos: Luna Silva Costa. Iluminação: Daniel José Gomes da Costa Prata. Trilha sonora original e paisagens sonoras: Lucas de Souza Campos Pinto. Técnica de palco: Caroline de Moraes. Realização: Grupo Delírio Popular. (70 min). Onde: SP Escola de Teatro — Sala Alberto Guzik. Teatro Juvenil. Classificação 12 anos.

17h00 – O Cabra e o Cobra — Um cabra corre o Brasil fugindo da cobra, que tinha jurado o cabra de morte. Há quem tenha visto o cabra e há quem tenha visto a cobra. Se a cobra percorre o rio, por que o cabra foge dela pelas terras que o margeiam? O medo é da cobra, da morte ou de outra coisa? Onde é que acaba a fuga do cabra e a perseguição da cobra?. Produção: Eça Pessoa, Katia Vieira, Monalisa Fileno e Nathalia Santos. Direção: Monaliza Fileno. Dramaturgia: Denise Higynio. Elenco: Eça Pessoa, Isis Roggers, João Veras de Carvalho, Murilo Feijó, Nathália Santos, Noah Monteiro, Ode Liz, Victoria Pequeno e Zé Vitor Braga. (60 min.). Onde: Praça Roosevelt — Área 1. Teatro Juvenil. Livre.

18h00 – Olhos da Noite – É confortante pensar que o nosso destino já está traçado? Desde os primórdios da humanidade, o ser humano busca respostas através de crenças, mitologia, religião, para se confortar – “Então disse o homem: “Façamos o Deus à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” Na mitologia grega, três figuras tecem vidas como quem tece tapetes persas, fio após fio vão construindo o mais bonito mosaico, até a tesoura do desejo finalizá-lo para sempre. Três mulheres, irmãs, filhas da noite, respeitadas e temidas pelos deuses mais poderosos, usam a Roda da Fortuna na dualidade entre brincadeira sádica e dever solene. O único lugar em que se pode brincar de Deus é aqui, na linha entre vida e arte. Será esse nosso destino? Será que somos uma eterna tragédia?. Elenco e Criação: Beatriz Filier, Lorena Bueno, Lya Della Torre. Produção: Pedro Calixto. (20 min.). Onde: Praça Roosevelt — Área 1. Juvenil. PerforMix. 10 anos.