SATYRITRANS

Quando pessoas trans estão no centro da cena, algo importante acontece: não é só representação. É futuro sendo criado por quem sempre foi empurrado para as bordas.

16h00 — Te escuto como se houvesse partido — Preso, um grito estático ecoa no escuro. Percorre um fluxo de memórias e pensamentos em busca de uma finalização, um encerramento para uma linda história de amor, que talvez não esteja, de fato, acabada. (50 min.) Onde: Tenda Satyrianas.  Teatro Adulto.SatyriTrans. 14 anos.

18h30 – Show SatyriTrans –  PerforMix – SatyriTrans – Espaço Parlapatões – Palco Bar 

19h – Canções para Ninar Amélias – Espetáculo que une dança, teatro e música para contar histórias de mulheres reais. A obra retrata as múltiplas jornadas femininas, abordando temas como maternidade, trabalho e liberdade. Também dá voz às vivências de mulheres negras e trans, ampliando o olhar sobre feminilidade e resistência. Cada cena é um convite à empatia e à reflexão. Uma homenagem poética à força e diversidade das mulheres. Direção: Letícia Moric. Elenco: Alice Iacomini, Ananda Rossetti, Debora Dias, Geovana Matos, Giovana Ayumi, Laura Garzón, Luana Sinzatto, Karolline Esquivel, Maria Eduarda Vieira, Maria Clara Nakashiro. (50 min.). Onde: SP Escola de Teatro – Sala Vange Leonel. Teatro adulto. SatyriTrans. 14 anos. 

20h30 – Lançamento do zine “Sou o tanto que não sou” — Lançamento do zine “Sou o tanto que não sou”. Esta obra trata sobre a auto-descoberta, auto-aceitação e processo de amadurecimento de um ser que não se sente pertencente deste mundo, em meio à sua vivência transgênera em um mundo dominado pela cisgeneridade. (60 min.) Onde: Espaço Parlapatões – Palco Bar.  Literatura. SatyriTrans. Livre.

SÁBADO, 22 DE NOVEMBRO

13h30 – Mostra de Solos Trans — A Mostra de Solos Trans é uma ação artística organizada pelo Sarau Ritual, sob curadoria de Jess Moreira, que tem como propósito reunir e dar visibilidade às múltiplas expressões artísticas da comunidade trans. O evento apresentará solos de até dez minutos, contemplando as linguagens de poesia, teatro, performance, circo e música, além de um espaço de exposição e venda de produtos produzidos por artesãos e artistas trans. Encerrando a programação, haverá a roda de samba “Chá Revelação”, também composta por artistas trans, celebrando a potência coletiva e a diversidade de corpos e vozes que compõem a mostra. (180 min.) Onde: Lona Satyrianas. SatyriTrans. SatyriTrans.

16h00  — MATA-MATÁ — Mata-Matá é um monólogo performativo e atoficcional resultante da imaginação radical da autora-performer, travesti, indígena que investiga sua retomada étnica na cidade e explora a desobediência de gênero e a redistribuição anticolonial da violência como estratégias de sobrevivência e esperança. Idealização, dramaturgia e performance: Azre Maria Tarântula. Direção: Giuliana Benini. Cenografia, Figurino e Visagismo: Azre Maria Tarântula. Iluminação: Joyce Luz (15 min). Onde: SP Escola de Teatro — Sala Hilda Hilst. Teatro Adulto. PerforMIX. SatyriTrans. SatyriNários. 18 anos.