SEXTA FEIRA, 09 DE OUTUBRO
13h00 — Quando os olhos não veem — Em um quarto de hospital, um homem se vê frente a frente com sua própria existência. Através de suas memórias embarca em uma jornada poética pelas encruzilhadas da vida e da morte. Diante da finitude,
questiona se suas escolhas fizeram sentido ou se ainda haveria tempo para refazer os caminhos. Uma reflexão sensível e que se desenha na cena através da dança-teatro e da palhaçaria. Direção, dramaturgia e elenco: Marcos De Vuono. (50 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. 16 anos.
13h30 — Bruma ou tragédia espiritual — Em Bruma ou Tragédia Espiritual, dois espíritos florestais divagam sobre histórias e experiências de devastação enquanto, dia após dia, uma madeireira avança sobre a floresta onde vivem. Mirra, a mais velha, insiste em escutar as últimas notas musicais de um loureiro definhando.Ingrid, a mais jovem, questiona a destruição que se aproxima e observando a chegada de densas brumas no horizonte, procura compreender o desaparecimento da mata e das narrativas. Entre lembranças e aparições, as duas recontam a Orestéia, que surge através de bonecos de sombra, alegorias, máscaras e narração, fazendo a tragédia violenta da família dos Atridas emergir como uma memória que insiste em sobreviver perante a devastação.A bruma que toma conta da floresta é um fenômeno concreto e metafórico: encobre o que está diante dos olhos, mas também representa aquilo que lentamente deixa de ser lembrado. Na bruma, memória e esquecimento tornam-se indistinguíveis. À medida que a floresta desaparece, desaparecem também os lugares, os seres e as histórias que nela habitavam. Direção e dramaturgia: Leo Thim. Elenco: Andressa Aycha, Alexandre Romanelli, Pamela Malvestiti. (60 min). Onde: Sala Antônio Pompêo. Teatro. Livre.
14h00 — Força que Vem de Muximba — Ao longo de diferentes episódios, a peça-manifesto aborda diferentes experiências de ser uma pessoa preta no Brasil contemporâneo, e propõe um novo horizonte a partir da força que vem de muximba, que se faz presente em um cotidiano no qual somos atravessados pela violência e sofrimento gerados pelo racismo, mas também pelo afeto e a coragem impulsionados por essa força residente em cada um de nós. Direção: Nathália Barcelos e Vênus Gaya. Dramaturgia: Henrique Santos, Mayara Marcondes e Vênus Gaya. Elenco: Amaria, Henrique Santos, Alycia Félix, Isabelli Maria, Mayara Marcondes. (60 min). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. SatyriBlack. 12 anos.
15h00 — Amor de Mãe — Uma mulher se vê diante de uma decisão que pode mudar para sempre os limites entre amor, maternidade e sacrifício. Entre a fé, os vínculos familiares e desejos que nunca foram ditos, ela será obrigada a enfrentar uma pergunta que ninguém esperava fazer: até onde alguém pode ir por amor sem deixar de pertencer a si mesmo? Direção: Fabio Mazzoni. (30 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. DramaMix.
15h00 — João Luiz Vieira — Dramamix Hilda Hilst
16h00 — O rei da vela — Abelardo I, o “Rei da Vela”, é um agiota que lucra com a miséria alheia em uma crise de energia. Para ascender socialmente, ele negocia um casamento com Heloísa de Lesbos, de uma família aristocrata falida. A peça é uma crítica ácida e atual sobre as relações de poder, submissão e o jogo de interesses na sociedade brasileira. Direção: Bianca Almeida. Dramaturgia: Oswald de Andrade. Elenco: Roberson Lima, Gusttavo Baricocchi, Amanda Duarte, Carol Goes. Odair Rodrigues, Paulo Granda, Fernanda Maldonado. Thais Muller. (105 min). Onde: Espaço Parlapatões. Teatro. 16 anos.
16h30 — Os Profissionais — Duas gerações do teatro brasileiro e paulista sem encontram e expõe o resiste, o que surgiu e o que se perdeu ao longo dos anos. Direção: Bruno Meng. Dramaturgia: Márcio Tito. Elenco: Caetano Furquim e Wanderley Damasceno. (45 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro.
17h30 — Que Show Da Xuxa É Esse? — Através das memórias o artista Gustavo Sinopse Parreira revisita sua infância onde sua mãe, mesmo sem condições materiais, lhe dava todos os discos e brinquedos da Xuxa ao mesmo tempo que o defendia de uma família e sociedade que temiam que além da deficiência física o pequeno pudesse vir a se tornar gay. Hoje consciente de seu corpo, potencialidade, limitação, sexualidade e desejo, Gustavo usa este ato teatral para se reencontrar com sua falecida mãe em cena e lhe agradecer por todos os sacrifícios. Direção, dramaturgia e elenco: Gustavo Parreira. (40 min). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. SatyriBilidade. 12 anos.
19h00 — Na Estrada — Em uma estrada entre o real e o espiritual, um homem em crise encontra uma figura feminina inspirada na força da Pombogira. Conduzido por memórias, desejos e enfrentamentos internos, inicia uma jornada de transformação e autoconhecimento. Misturando teatro ritual, ancestralidade afro-brasileira e experiências sensoriais, “Na Estrada” convida o público a atravessar caminhos de descoberta, cura e reconexão com a própria essência. Direção: Jhully Oliveira e Gustavo Bacchini. Dramaturgia: Lype Ribeiro. Elenco: Gabriel Bittencourt e Joathan Pires. (45 min). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. 12 anos.
19h00 — Quase Todos — Quatro irmãos, de uma família do interior do Brasil, fazem um pacto na infância. Na juventude, deixam a casa dos pais e seguem caminhos distintos. O que parecia apenas o movimento natural da vida transforma-se em um afastamento prolongado. Anos passam sem encontros, sem conversas profundas e sem revisões.Entre memórias fragmentadas, silêncios herdados e tentativas de reconexão, a família se reencontra — ou quase. O espetáculo percorre o tempo como matéria dramática e expõe as fissuras que ele provoca: o que foi dito, o que ficou por dizer e o que talvez já não possa mais ser reparado. Em um ato composto por quadros que atravessam diferentes momentos dessa trajetória, Quase Todos investiga o que resta das relações quando o tempo faz seu trabalho silencioso. Direção: Rodolfo García Vázquez. Dramaturgia: Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez. Elenco: André Lu, Diego Rifer, Eduardo Chagas, Gabi Flores, Gustavo Ferreira, Ivam Cabral, Julia Bobrow, Marcia Dailyn, Tai Zatolinni e Thiago Ribeiro. (110 min). Onde: Espaço dos Satyros. Teatro. 14 anos.
19h00 — Sebastião e a Rosa — A história mostra Sebastião relembrando o seu passado no sertão e entrando em contato com suas memórias, dentro dessa imersão de Sebastião vemos seus conflitos com uma tal “Rosa” e aprendemos grandes lições sobre a vida e o tempo. Direção e elenco: Lucas Angelo. (15 min). Onde: Praça Roosevelt — Área 2. Teatro. Livre.
19h30 — BUGRE: ao som de Ney Matogrosso — Em um futuro onde cada brasileiro nasce com uma data e uma forma de morte determinadas pelo Estado, Melodia vive aprisionada pelo medo do fim. Batseba, sua companheira de vida, escolhe o caminho oposto: viajar, amar e viver intensamente, mesmo sabendo que a morte também a espera. BUGRE é uma história sobre amor, liberdade e a urgência de viver antes que seja tarde demais. Direção: Flávio Sérgio. Elenco: Bel Baeza Minnie Annie e RenanRenan. (30 min). Onde: Sala Antônio Pompêo. Teatro. DramaMix.
19h30 — Medeia: Alquimia da Destruição — “De todos os seres que possuem vida e inteligência, nós, as mulheres, somos a mais infeliz das criaturas”. Entre dor, amor e culpa – Medeia vive! Neste experimento cênico, realizado pela turma de M4 (2026) do Estúdio de Treinamento Artístico, revivemos a história de Medeia. Desconstruindo a tragédia grega já conhecida, sentimos as dores e alegrias de ser Medeia hoje. Direção: Jaque Nunes. Dramaturgia: Jaque Nunes. Elenco: Caroline Abades, Carol Sgala, Duda Layevska, Felipe Pereira, Frederico Figueira, Gisele Panegassi, Henrick Nicacio, Julia D’Azevedo, Jofrey Moraes, Rafuél, Lhari Olmedo, Olho, Sol Santtos, Vini Odara. (80 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. 18 anos.
19h30 — Se as comidas dos folhetos fossem comestíveis — Em um contexto em que a fome é chamada de Locadora e os humanos locam involuntariamente seus corpos, a peça realiza um recorte: a história de dois jovens negros, irmãos gêmeos não idênticos, que vivem em situação de rua e estão presos em uma cozinha desativada. Ali, entre talheres, panelas e restos de folhetos de supermercados, eles refletem sobre o passado de trabalho análogo à escravidão, em que desde pequenos foram vítimas de um casal branco do bairro Itaim Bibi, na capital de São Paulo. Direção: Carlos Sobrinho. Dramaturgia: Sid Lima. Elenco: Jade Giovanna e Sid Lima. (70 min). Onde: Sala Alberto Guzik. Teatro. Satyriblack. 14 anos.
20h00 — Uma Jaula para mulher bicho — Em um parque de diversões decadente, uma atração promete transformar uma mulher em um gorila. Quando o truque falha e a ilusão é revelada, a transformação acontece diante do público. Entre humor, estranhamento e absurdo, a protagonista tenta encontrar a voz da criatura em que se tornou, mas permanece em silêncio. A narrativa é conduzida por Deborã, que mistura memórias, fantasia e realidade em suas sessões de terapia. O espetáculo investiga identidade, opressão e os limites entre o real e o imaginado. Tâmara Vasconcelos Direção: Andreas Mendes. Dramaturgia e elenco: Tâmara Vasconcelos. (45 min). Onde: Espaço parlapatões. Teatro. 14 anos.
20h30 — A Cantora Careca — A montagem de “A Cantora Careca” pela Zéfiros Cia de Teatro (dirigida por Sergio Rodrigues) explora a falência da comunicação e o vazio das convenções sociais. A peça retrata um jantar entre dois casais ingleses (os Smith e os Martin) em um cenário pós-guerra, recheado de diálogos desconexos, repetições ilógicas e situações surreais. Direção e dramaturgia: Sergio Rodrigues. Elenco: Camila Zampieri, Massao, Guilherme Brandão, Jessica Nasso, Pâmela Simplício, EFE. (60 min). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. Livre.
21h00 — Ecos da Solidão — Em cena, a atriz dá voz a narrativas reais e ficcionais sobre ser mulher. Cada voz carrega uma lembrança, uma ferida, um desejo. E, juntas, elas criam um coro de solidão que ecoa num corpo que se sente tão só. Direção, dramaturgia e elenco: Yasmin Caroline. (16 min). Onde: Sala Antônio Pompêo. Teatro. 14 anos.
22h00 — O Rinoceronte — A Cia Paquiderme resgata o clássico do teatro do absurdo para refletir sobre o vazio da polarização, das bolhas digitais e do conformismo. Escrita em 1959 por Eugène Ionesco, a peça O Rinoceronteutiliza a metáfora da transformação de pessoas em rinocerontes para criticar a histeria coletiva, a perda de identidade individual e a adesão cega a ideologias de massa. É impressionante a atualidade do texto, que acompanha a resistência solitária do protagonista Bérenger face aos discursos simplificadores. O espetáculo estreia no dia 1º de agosto, sábado, no Teatro O Andar. Sem recorrer a representações naturalistas ou ilustrações literais dos animais, o diretor Marcelo Lazzaratto — com quatro décadas de atuação contínua no teatro nacional entre direção, atuação, iluminação e escrita teatral — utiliza o espaço e a linguagem essencial para evidenciar a transformação coletiva. Direção: Marcelo Lazzaratto. Dramaturgia: Eugène Ionesco. Elenco: Alexandre Romanelli, Antonia Pinheiro, Carol Schmid, Carol Soares, Catarina Savietto, Fernanda Costa, Jorge Pitta e Roberta McDonald. (110 min). Onde: Sala Antônio Pompêo. Teatro. 12 anos.
22h00 — UMBRA — Em UMBRA, seis mulheres atravessam mitos, memórias, sombras e desejos, guiadas por Hécate, senhora das encruzilhadas. Medusa, Medeia, Maria da Graça, Sem Nome e Palhaça Pomponela carregam histórias distintas que se encontram em um mesmo lugar: a sombra que cada uma carrega. Entre aquilo que revelamos e aquilo que preferimos esconder, UMBRA mergulha em questões de identidade, repressão, coragem, violência, desejo e transformação. Direção: Angélica Ertel e Cárol Zanforlin. Cárol Zanforlin, Neni Benavente, Tammy Aires, Maraiza Povia, Juliana Pires da Costa, Morgana Krauzer, Milene Muñoz. (60 min). Onde: Espaço dos Satyros. Teatro. 12 anos.
22h30 — Viela não dorme – Abertura de Processo — O céu tá caindo? Essa viela pode ser um lugar de passagem. Seus olhos podem ouvir os ruídos da cidade? Meu sonho é um chiado de vinil que toca numa rua sem saída. Brincando com trânsitos e
movimentos da relação sonho-corpo-cidade, “Viela Não Dorme” é um espetáculo em processo em que corpos-territórios indígenas e negros povoam uma viela estreita, conduzidos pela musicalidade e corporeidade. Direção: Alliyellow. Dramaturgia: Clarissa Roberta. Elenco: Aislan Salomão, Alliyellow, Clarissa Roberta, Davi Leocadio, Fellipe Marcelino, Júlia Brandão e Pabllo Thomaz. (30 minutos). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. 14 anos.
23h00 — ATO 0 — ATO Ø é uma investigação sobre a ausência. Sobre expectativa e repetição. Sobre aquilo que desejamos encontrar, e o instante em que deixamos de esperar. O que não está também permanece. Se faz presente.Ocupa o corpo, a alma, a memória, o tempo. Direção e elenco: Neni Benavente. (15 min). Onde: Espaço dos Satyros. PerforMix. Adulto. Livre.
23h00 — Menino Sem Espelho (Solo para um ator viado) — Após a morte da mãe, Raul, um estilista gay de sucesso, precisa decidir o destino do pai idoso. Enquanto tenta escrever-lhe uma carta, revisita a infância marcada pela repressão, o primeiro amor clandestino, a violência e sua partida para São Paulo e Paris. Entre a caixa de costura da mãe, um espelho e as memórias de homens que amou, Raul reconstrói o caminho que o levou da vergonha à afirmação de si. O Menino Sem Espelho é uma história sobre identidade, memória e a possibilidade de interromper outra forma de amar. Direção: Rodolfo García Vázquez. Dramaturgia: João Emanuel Carneiro, Carmo Dalla Vecchia, Ivan Cabral e Rodolfo García Vázquez. Elenco: Carmo Dalla Vecchia. (). Onde: Sala Alberto Guzik. Teatro. DramaMix. Livre.
23h30 — Locutório Esperança — LOCUTÓRIO ESPERANSA é um texto desenvolvido dentro do projeto Criando Autorias, que apresenta o universo dos imigrantes e nas relações humanas construídas a partir da distância, da saudade e da necessidade de sobrevivência. Em um pequeno locutório na Espanha, Esperansa, uma imigrante equatoriana, luta para manter seu negócio enquanto tenta garantir um futuro melhor para a filha que vive no Equador. Entre telefonemas, conflitos e acontecimentos inesperados, histórias de diferentes origens se cruzam, revelando sonhos, perdas e esperanças. Direção: Rafael de Bona. Dramaturgia: Dave Aidan. Elenco: Camila dos Anjos, Leandro Villa, Angela Ribeiro, Jackeline Stefanski, Pedro Conrado e Lucas Pio. (30 min). Onde: Sala Hilda Hilst. DramaMix.
23h59 — O Rei Está Nu – Ensaio Aberto — A Cia Sem Máscaras de Teatro convida você para acompanhar o processo de criação de “O Rei Está Nu” em um ENSAIO ABERTO. Antes da estreia do espetáculo com seus figurinos e cenários completos, essa é a oportunidade de fazer parte do nascimento de uma obra de Teatro e contemporâneo inspirada na obra Don Juan Manuel de Castela e Hans Christian Andersen. Uma fábula que conta a história de um rei – o vaidoso Rei Gato – que após expulsar sua espécie do Reino, governa cercado de inimigos. O povo amedrontado assiste calado enquanto ratos tramam tomar o poder. Costurando o golpe, a velha história de um tecido invisível que só inteligentes enxergam. Uma montagem imprevisível que, revisitando um texto clássico, foge do realismo e provoca o público a julgar os personagens sem maniqueísmos. Um convite com humor e ironia para cada um decidir se enxerga ou não o tecido mágico do Rei. Direção e dramaturgia: Valter Vanir Coelho. Elenco: Pedro Souza Leão e Dimi Calazans. (120min). Onde: Espaço dos Satyros. Teatro. 18 anos.
23h59 — Tudo o que nos cabe — “Tudo o Que Nos Cabe” é um sensível retrato da experiência queer urbana contemporânea. A peça acompanha um grupo de amigos LGBTQIAPN+ que se reencontra para celebrar o aniversário de Salvador, em uma noite que começa festiva, leve e descontraída — mas rapidamente se transforma em um espaço de revelações, afetos expostos, tensões acumuladas e histórias que insistem em retornar. Entre humor e emoção, o espetáculo mergulha em temas como amor, identidade, sexualidade, sorofobia, bissexualidade, relacionamentos abertos, descoberta e pertencimento. A dramaturgia combina linguagem atual e ritmo ágil, propondo uma experiência envolvente que faz o público rir, se emocionar e reconhecer suas próprias contradições e afetos nos personagens. Direção: Alessandro Barba. Dramaturgia: Bruno Oliver e Dávison Souza. Elenco: Elenco: Bruno Olliver, Dávison Souza, Gabriel DiMarco, Igor Carrasco, Jura Cipriano e Marcello Santanna. (80 min). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. 16 anos.
SÁBADO, 10 DE OUTUBRO
01h00 — O Purgatório dos Vivos — A trilogia explora a jornada cíclica de personagens em diferentes contextos unidos por uma mesma patologia: a incapacidade de habitar o presente. Do vazio de uma estrada deserta ao isolamento de uma mente sitiada, suas trajetórias convergem no símbolo do sapato que aperta. Essa dor constante torna- se a única realidade concreta e um vício inevitável. Direção e elenco: Oswaldo Moraes e Luciana Astolfo. Dramaturgia: Oswaldo Moraes. (50 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. 16 anos.
00h00 — Um Método Para Amar e Enlouquecer — Tomando a relação entre três amigos como tese para um debate acerca do desejo, o espetáculo discute o limite da ética entre viciados e como a geração dos anos 90 lida com as mais diversas faces da liberdade e da culpa. Direção e dramaturgia: Márcio Tito. Elenco: Larissa Andrade, Lucas Costa e Mateus Barbuio. (60 min). Onde: Sala Alberto Guzik. Teatro. 16 anos.
00h30 — Um Método Para Amar e Enlouquecer — Tomando a relação entre três amigos como tese para um debate acerca do desejo, o espetáculo discute o limite da ética entre viciados e como a geração dos anos 90 lida com as mais diversas faces da liberdade e da culpa. Direção e dramaturgia: Márcio Tito. Elenco: Larissa Andrade, Lucas Costa e Mateus Barbuio. (60 min). Onde: Sala Alberto Guzik. Teatro. 16 anos.
00h30 — ATO 0 — Onde: Sala Antônio Pompêo.
01h00 — Marcus, TerrenoBaldio — Partindo da premissa de O Processo como o dispositivo cênico/narrativo, mas, em vez de um tribunal burocrático tradicional, o “Processo” aqui é um julgamento midiático/Reality Show. As figuras estão trancadas em um não-lugar (o Terreno Baldio) esperando um veredito. A peça mistura o macaco do Kafka com Jordan Peele; o ímpeto de Kanye West com Bob Marley; e Ulisses com o Ciclope. É a espetacularização do trauma/da bizarrice. Direção e Dramaturgia: Gabriel Alvim. Elenco: Robinson Rogério, Camilla Flores, Henrique Bravi, Nilson Muniz e Francisco Andolfato. (50 min). Onde: Sala Antônio Pompêo. Teatro. 14 anos.
01h00 — O Purgatório dos Vivos — A trilogia explora a jornada cíclica de personagens em diferentes contextos unidos por uma mesma patologia: a incapacidade de habitar o presente. Do vazio de uma estrada deserta ao isolamento de uma mente sitiada, suas trajetórias convergem no símbolo do sapato que aperta. Essa dor constante torna-se a única realidade concreta e um vício inevitável. Direção e elenco: Oswaldo Moraes e Luciana Astolfo. Dramaturgia: Oswaldo Moraes. (50 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. 16 anos.
13h00 — Aproximadamente 15 formas de sentar numa cadeira — Três atores desempregados apresentam uma palestra sobre diferentes formas de se sentar em uma cadeira. Durante a explicação, que aos poucos se torna demasiadamente exagerada, a ação simples toma proporções inesperadas colocando os atores em cheque sobre suas coordenações motoras. Direção: Rafael Tadeu e Vitor Camargo. Dramaturgia: Bruno Fidalgo. Elenco: Rafael Tadeu, Vitor Camargo e Bruno Fidalgo. (30 min). Onde: Espaço Parlapatões. Teatro. Livre.
13h00 — MERDA — Em formato de ‘palestras performances’, o espetáculo se compõe de 16 cenas curtas: rascunhos teóricos, montagens da memória, vinhetas de ficção e confissões. São digressões sobre o cocô -, em seu apelo erotizado, religioso e lúdico: num monólogo, é mapeado o lugar da defecação nas engrenagens sociais contemporâneas e nos jogos de poder. Indica-se também a posição das fezes na máquina de captura neoliberal. Direção e dramaturgia: Sergio Zlotnic. Elenco: Rodrigo Melgaço. (60 min). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. 16 Anos.
13h00 — Romeu, Julieta & Todo o Resto — Em uma adaptação irreverente e dinâmica do clássico de William Shakespeare, criada especialmente para o público jovem, dois atores que sempre sonharam em interpretar Shakespeare mas nunca consegujiram um papel nas grandes produções decidem finalmente montar Romeu e Julieta por conta própria. Há apenas um pequeno problema: a obra original tem dezenas de personagens e eles são apenas dois. Direção e dramaturgia: João Hannuch. Elenco: Giovanne Malta e Jhullie Campos. (45 min). Onde: Praça Roosevelt — Área 1. Teatro. Livre.
13h30 — Um Copo para 8 — Em um futuro devastado por crises climáticas, um grupo de sobreviventes divide uma casa erguida sobre palafitas, liderados por uma cientista que desenvolveu um método de reciclagem da própria água corporal. Quando estrangeiros batem à porta, alianças se tensionam e certezas se desfazem, revelando os limites éticos e morais de cada um. Direção: Andressa Andreatto e Emma Araujo. Dramaturgia: Gustavo Nolla. Elenco: Beth Toledo, Kauê Batista, Monique Ramos, Nicole Ghobrial e Rapha Borges. (40 min). Onde: Sala Alberto Guzik. Teatro. 10 anos.
13h30 — Fast Actor – 12 personagens em processo de experiencie buscando a performatividade — É uma performance onde o artista convida o público para escolher entre 12 figuras do cotidiano brasileiro para serem interpretadas no “aqui agora”. A ideia é investigar o teatro de forma fluida em conjunto com o público. Direção e dramaturgia: Everton Actor Live. (30 min). Onde: Sala Antônio Pompêo. Teatro. PerforMix. Satyribilidade. 14 anos.
14h00 — A Mesma Espera — Onde: Espaço dos Satyros. Teatro. Livre.
14h00 — O Pouso dos Viajantes — Entre cantigas, causos e poesias, um grupo de contadores de histórias convida o público a embarcar em uma travessia pela memória, pelo riso e pelos afetos. Em diálogo direto com a plateia, o espetáculo transforma a rua em palco e cada encontro em uma celebração da cultura popular brasileira. Ao longo do percurso, histórias bem-humoradas e momentos de delicada emoção revelam que as maiores jornadas acontecem dentro de cada pessoa. Com música ao vivo, interação e narrativas inspiradas na tradição oral, a montagem resgata o prazer de ouvir, compartilhar e imaginar, aproximando gerações por meio da palavra e da arte. Mais que um espetáculo, é um convite para lembrar que, em tempos de tanta pressa, ainda é possível parar, formar uma roda e reconhecer no outro um reflexo de nós mesmos. Direção: Francislaine Almeida. Dramaturgia: Fran Almeida. Elenco: Ray Lay, Kelwen Dutra, Adrieli Orso, Tamily Almeida, Luize Engel. Onde: Praça Roosevelt — Área 1. Teatro. Livre.
14h00 — Polaroid – um momento instantâneo com você — Nesta intervenção teatral, o ator Mário Rebouças caminha com sua cadeira e convida o público para participar e assistir ao teatro. Um espetáculo feito por um ator, encenado para uma única pessoa de cada vez, (20 minutos para cada pessoa, podendo ser apresentado para dez pessoas consecutivamente, dando um total de 4 horas de apresentação!) Morte e vida, sonhos e desesperos, riso e lágrimas são compartilhados com cada pessoa (público) que aceita se lançar a essa experiência instantânea. Direção, dramaturgia e elenco: Mário Rebouças. (240 min). Onde: Praça Roosevelt — Área 2. Teatro. 14 anos.
14h30 — 2+2 = 5 — A disputa por uma vaga de emprego leva dois homens ao limite numa disputado que ultrapassa varios limites. Baseada na obra de 1984. Direção e dramaturgia: Dawton Matos. Elenco: Davison Souza e Carrasco. (60 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. 12 anos.
15h00 — A Alma Boa de Setsuan — A Alma Boa de Setsuan conta a história de Shen Te, uma jovem bondosa que recebe uma recompensa dos deuses por sua generosidade. Para sobreviver em uma sociedade injusta, ela cria a identidade de um primo rígido e calculista. A peça mostra o conflito entre fazer o bem e enfrentar as dificuldades do mundo, questionando se é possível manter a bondade em meio às injustiças. Direção: Renato Bispo. Dramaturgia: Bertolt Brecht. Elenco: Larissa Vecchiato, Stella Costa, Mavi Stefani, Danielle Zatti. Jade Fritz, Ana Flávia Guarda, Lívia Marchioni, Lucas Oliveira, Luiza Costa, Vitória Caroline, Tatiane Diniz, Luana Oliveira, Beatriz Ataíde, Leandro Peró, Alex Geri, Isabella Bordignon, Eduardo Valente, Luiz Raphael Freire e Madu Richena. (120 min). Onde: Sala Alberto Guzik. Teatro. Livre.
15h00 — LEGBARA — “LEGBARA” é um espetáculo cênico-musical protagonizado por Fernanda Motta que mergulha nas camadas da autoestima, da ancestralidade e da resistência da mulher negra periférica. Entre humor ácido, poesia e provocação, a personagem conduz o público por memórias, rituais e reflexões sobre corpo, desejo, fé e liberdade. Com estética ritualística e linguagem contemporânea, a obra transforma o palco em território de cura, confronto e celebração da existência negra feminina. Direção: Glau Mineira. Dramaturgia: Glaucia a Gonçalves Porfírio. Elenco: Glau Mineira. (60 min). Onde: Praça Roosevelt — Área 1. Teatro. Livre.
15h00 — Maria Bege — Maria Bege, de João Hannuch, acompanha uma mulher marcada pela invisibilidade e por relações silenciosamente violentas. Entre memórias, humor ácido e referências à cultura pop, a peça constrói uma narrativa poética e contemporânea sobre afeto, apagamento e sobrevivência. Direção e dramaturgia: João Alberto Hannuch Nascif. Elenco: Fernanda Satie Ohosaku, Gabriel Navas Vilela, Gabriele Martins de Melo, Isabelli de Souza, Júlia Gianini Goulart, Manoella Back Neves, Maria Klara Valente Carvalho dos Santos Alves, Maria Luiza Pereira Silva, Mariana Luiza Machado Dias da Rocha, Pedro Campos Barcena. (60 min). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. SatyriBilidade. 14 Anos.
15h00 — O Caos do Eu — A mente carrega histórias, histórias essas que “”não fazem sentido””, para uma boa parcela da população, fazem. O caos que para muitos é visto como banal e para outros romantização tem suas faces reveladas através de diagnósticos médicos, neurodivergencia e transtornos psicológicos são reais e esse é o mundo que o grupo convida a ser visto e explorado. Direção: Giovanna Lopes. Elenco: João Wellinton e Amanda Homem. (30 min). Onde: Sala Antônio Pompêo. Teatro. 16 anos.
16h00 — Como é que chegamos até aqui mesmo? — Onde: Espaço dos Satyros. Teatro. Livre.
16h00 — Qual o Preço que Você Paga por Estar Vivo? — Três performers ocupam uma arquibancada, estabelecendo um ciclo ininterrupto de cooperação física. Enquanto é transferida água entre baldes em um movimento rítmico e contínuo, provocam o público com uma indagação essencial. (45 min). Onde: Praça Roosevelt — Área 1. Teatro. 12 anos.
16h30 — O Assalto — Após um assalto terminar em tiroteio, dois criminosos se refugiam em um esconderijo. O dinheiro desapareceu. Alguém pode ter traído a parceria. Enquanto a noite avança, segredos e acusações fazem a desconfiança crescer, transformando o esconderijo em um perigoso campo de batalha. Direção e Elenco: Evas Carretero e Vinícius Piedade (30 min). Onde: Antônio Pompêo. Teatro. DramaMix.
16h30 — Reescrita — REESCRITA é um monólogo autobiográfico inspirado no mito de Medusa, que percorre as marcas deixadas sobre um corpo que, desde a infância era insubmisso e inadequado. Entre memórias de uma menina expansiva, curiosa e indomável, a obra investiga o momento em que o desejo, a liberdade e a imaginação passam a ser regulados por olhares, punições e silenciamentos. O monólogo revela como palavras, gestos e violências cotidianas podem reescrever uma existência, transformando potência em culpa, presença em retração. Em cena, a artista desmonta as narrativas que são impostas e confronta os mecanismos que disciplinam corpos, especialmente os corpos femininos. Entre delicadeza, humor, fúria e vulnerabilidade, REESCRITA não busca reconstruir uma história, mas reivindicar o direito de escrevê-la novamente. Ao final, a pergunta que permanece não é sobre quem essa menina foi, mas o caminho que percorreu até sua libertade, explorando uma linguagem poética, psicológica e simbólica. Direção, dramaturgia e elenco: Tammy Aires. (40 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. 14 anos.
17h00 — Dirinha — Quantos segredos cabem num copo d’água? “Dirinha” é uma das muitas histórias de matriarcas que povoam a Terra; alinhavadas entre um copo d’água e outro, a prosa, a força ancestral que atravessa gerações. Direção: Simon Oliveira. Dramaturgia: Simon Oliveira e Erica Lucas. Elenco: Erica Lucas. (50 min). Onde: Praça Roosevelt — Praça 1. Teatro. 12 anos.
17h00 — Marcas D´Água em pequenas gotas — Marcas D’Água em pequenas gotas é o corpo-rio de uma mulher num desague de sua poesia em suas múltiplas metamorfoses em conexão com o cultivo da palavra em territórios aquilombados. Direção, dramaturgia e elenco: Meire Pedroso. (30 min). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. 16 Anos.
17h00 — Mãe da Educação — Em “Mãe da Educação”, Marcely Capely, uma professora à beira de um colapso pedagógico, compartilha a sua rotina com o público, transformando o palco em uma sala de aula caótica para desabafar sobre os absurdos do magistério. Entre surtos, alunos impossíveis e demandas traumáticas, ela questiona se ainda vale a pena continuar lecionando. Uma comédia ácida, exagerada e perigosamente identificável para quem já pisou numa escola. Texto e atuação: Rodrigo Axé Direção e iluminação: Isabela Gsil (60 min) Onde: Espaço Parlapatões Teatro. 12 anos.
17h30 — Ventre do Mundo — De seu ventre nasceram povos, deuses, memórias e caminhos. Inspirado nas matrizes africanas da Grande Mãe Universal e nas histórias de mulheres que atravessaram os séculos, Ventre do Mundo é um monólogo performático que transforma o palco em território sagrado. Entre cantos, rituais e fragmentos de vidas esquecidas, uma mulher empresta seu corpo para que milhares de outras possam falar. Das primeiras mães da humanidade às heroínas anônimas dos dias atuais, o espetáculo revela a força ancestral que sustenta a existência: o ventre que gera, nutre, resiste e reinventa o mundo. Diretor e dramaturgia: Mauro Posso. Elenco: Amanda Aureliano. (40 min). Onde: Praça Roosevelt — Área 2. Teatro. 16 anos.
18h00 — A Ilíada — Corações destroçados, anti-heróis de uma sociedade em declínio: A Ilíada Dalton Trevisan reúne contos do incomparável escritor Dalton Trevisan, vampiro de Curitiba. Pela primeira vez no Brasil, o espetáculo estreou em 2023 na Holanda, seguido por apresentações na Suíça, Portugal, Inglaterra e Japão. Direção: Cleide Piasecki. Dramaturgia: Dalton Trevisan. Elenco: Luis von Benkard. (55 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. 18 Anos.
18h00 — Carnaval da Selvageria — Um murmúrio rompe o silêncio que conduz as quatro atrizes ao encontro de um atabaque instalado no centro da cena, o coração. Ao primeiro toque, inicia-se um ritual em que canto, percussão corporal e instrumentos diversos entram em comunhão e anunciam o início da celebração. Ao longo da encenação, contos inspirados em arquétipos femininos de diferentes culturas são contados, enquanto as demais atrizes constroem ao vivo a paisagem sonora da encenação por meio da voz, da percussão corporal e de instrumentos ligados aos elementos da natureza. Cada narrativa amplia o chamado iniciado no primeiro toque do atabaque, conduzindo o espetáculo até a aparição de La Loba, figura ancestral que reúne e ressignifica os caminhos percorridos ao longo da celebração. Direção: Marcelo Soler. Dramaturgia: Tocaia de Teatro. Elenco: Fernanda Leigui, Johanna Kehrle, Manuella De Luccca, Victoria Piau. (50 min). Onde: Espaço dos Satyros. Teatro. 16 anos.
18h00 — Chão de Sal — Duas mulheres, estrangeiras de si e de seu tempo histórico, despertam de um trauma e se percebem em um lugar repleto de sal. Já uma terceira pessoa, Calamidade, sempre esteve ali, mas não tem as respostas para o mistério que é esse chão de sal. Esse estranhos encontro entre três desconhecidas se transforma em reconhecimento a partir de violências institucionais, amizade, ateto e no ato de recuperar a lembrança da própria história, enquanto uma tempestade ameaça destruir tudo. Direção: Água e Bárbara Roma. Dramaturgia: Agatha Selva. Elenco: Fortes Mares, Isabella Suckow e Sofia Agrelli. (60 min). Onde: Sala Antônio Pompêo. Teatro. 12 Anos.
18h00 — Navegar — O que existia antes de o tempo existir? É essa a pergunta que tira o sono do jovem João. Em uma madrugada misteriosa, sua busca por respostas ganha vida quando ele desperta e se depara com duas figuras extraordinárias, perdidas nas engrenagens do tempo: o destemido Capitão e a intrigante Rosa dos Ventos, ambos à procura de seu barco desaparecido. Concebido especialmente para os palcos abertos da rua, Navegar utiliza a energia vibrante, o humor físico e a expressividade da Commedia dell’Arte para transformar o espaço público em um oceano de possibilidades. Entre encontros cômicos e desencontros poéticos, o espetáculo é um convite irresistível à imaginação e à descoberta, conduzindo o universo infantojuvenil (e o coração dos adultos) a uma viagem inesquecível onde o destino final é a própria poesia. Direção: Fernando Barbosa. Dramaturgia: Fabiano Muniz. Elenco: Ana Santos, Cauã Flórido e Heloísa França. (50 min). Onde: Sala Alberto Guzik. Infantil. Livre.
18h00 — Tá de Lambe na Praça — Tá de Lambe na Praça reúne seis caixas cênicas de Teatro Lambe-Lambe apresentadas simultaneamente, numa experiência íntima, imersiva e pulsante. O público circula livremente, escolhe seu percurso e se deixa atravessar por espetáculos delicados e intensos, que revelam, a cada encontro, diferentes presenças e atmosferas. SEM FICHA TÉCNICA. Onde: Praça Roosevelt — Área 1. Teatro.
18h00 — Típico Sagitário — As habilidades excêntricas de um místico serão desafiadas nessa sátira sobre signos, tarô, numerologia e previsões do passado. Tem gente que só acredita vendo, e você? Direção: Rogério Horv. Dramaturgia: Hugo Leão. Elenco: Rogério Horv e Hugo Leão. (22 min) Onde: Bar dos Parlapatões. Teatro. 14 anos.
18h30 — Diário de Um Louco — O monólogo completo, é adaptado do conto escrito por Nikolai Gogol, no século XIX, que antecede o auge do realismo russo. Considerado como uma das principais obras do autor, ‘Diário de um Louco’ é ambientado em São Petersburgo e mistura a realidade e os devaneios de Aksenty Ivanovich Propritchine: um funcionário público de existência insignificante, pobre e solitária. A história dramatiza a vida de um ser humano atormentado, que se refugia em seus delírios psicóticos, passeando ora pelo pequeno quarto onde vive e pela repartição onde trabalha, ora pelos campos da inconsciência. Direção: Rodrigo Souza. Dramaturgia: Nikolai Godol. Elenco: Fábio Rolywer. (50 min). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. 12 Anos.
18h30 — Família Kamburão — Herança e Resistência é um espetáculo teatral drag que celebra as famílias construídas pelo afeto, pela arte e pela resistência. Entre humor, drama e música, a obra apresenta histórias de corpos LGBTQIAPN+ que transformam vivências de luta em potência criativa. Uma celebração da memória, da ancestralidade e do direito de existir através da arte. Direção e dramaturgia> Bruccy Crey. Elenco: Família Kamburão. (60 min). Onde: Lona Satyrianas. Teatro. Contação de Histórias. Satyriblack. 14 anos.
19h30 — Desabart ou uma inundação que cresce de dentro pra fora — A obra mergulha na trajetória de uma personagem atravessada pela falta de água. Transformando sua experiência em um grito poético sobre aquilo que deveria ser direito de todos. A narrativa revela as marcas deixadas pela falta de um recurso essencial, conduzindo o olhar para a urgência e a busca incessante por dignidade. Direção: Menino Zumbi. Dramaturgia e elenco: Vitória Ricardo. (30 min). Onde: Sala Antônio Pompêo. Teatro. 12 anos.
19h30 — orAção para atraVessAr a moRTe — Um cortejo atravessa o espaço urbano entre asfalto, madeira, folhas e corpos conduzidos ao longo de um percurso em deslocamento contínuo. A ação performativa instaura uma paisagem ritual construída entre duração, peso, permanência e suspensão. Direção: Jucenil Leônidas Marques Faria. Elenco: Brenda Maiyume, Ana Paula de Oliveira, Luan dos Reis Ferreira, Giovanna Marcela dos Santos Lopes, Aghata Blue, Jasmyne Vitória Crisóstomo Sodré Farias. (40 min). Onde: Praça Roosevelt — Área 1. Teatro. 14 anos.
19h30 — TÓXICA — TÓXICA, com Ronny Stevens. O homem o que é? O que é o depois, que é depois e logo é antes quando, no momento, naquele momento, ele se fez. Se fez porque se deve fazer, porque se deve temer e é aí, é assim que tudo está certo. Tentei fugir e fui, antes de tudo, encarcerado nesta condição tóxica. Direção: Rafael Bacelar. Dramaturgia: David Maurity. (24 min). Onde: Praça Roosevelt — Área 2. Teatro. 16 anos.
19h30 — Zero — Isolada em seu apartamento desde a pandemia, Nívea recebe a visita de Zero, um jovem desconhecido que afirma ser seu filho. A presença impossível do rapaz rompe décadas de silêncio e a obriga a revisitar uma vida marcada por violência, abandono e solidão. À medida que os dois constroem uma intimidade inesperada, a existência de Zero torna-se cada vez mais enigmática. Entre memória e imaginação, Nívea é confrontada com o filho que poderia ter existido e com uma maternidade interrompida antes mesmo de começar. Zero é uma história sobre trauma, perda e a possibilidade de acolher o passado para, finalmente, voltar a respirar. Direção: Rodolfo García Vázquez. Dramaturgia: Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez. Elenco: Elen Londero e Bartholomeu de Haro. (30 min). Onde: SP Escola de Teatro – Sala Alberto Guzik. Teatro. DramaMix. Livre.
20h00 — A Última Página de Machado de Assis — Após a morte de Machado de Assis, uma misteriosa jovem invade o gabinete do tabelião encarregado de abrir a última pasta deixada pelo escritor. Diz chamar-se Miranda de Assis e reivindica ser sua filha e única herdeira. Entre memória, ficção e realidade, ela luta pelo direito de existir antes que a última página de sua história seja definitivamente perdida. Direção e dramaturgia: Luiz Carlos Checchia. Elenco: Camila Costa Melo. (45 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. Livre.
20h00 — Outro sete a um — Tarde de 8 de julho de 2014. O Brasil está mobilizado, com ansiedade e esperança, para acompanhar a semifinal da Copa do Mundo: uma vitória sobre a Alemanha pode colocar o país novamente numa final. Esse é o pano de fundo do reencontro de Bruno com Felipe, que está de volta após alguns anos vivendo na Europa. Diante da tevê, enquanto a partida em Belo Horizonte caminha para seu desfecho catastrófico para os brasileiros, eles jogam outro jogo, de sonhos díspares que buscam algum sinal de convergência, desejos interrompidos e expectativas sufocadas. Direção: Bruno Perillo. Dramaturgia: Flavio Goldman. Elenco: Daniel Tavares e Felipe Ramos. (55 min). Onde: Sala Hilda Hilst. DramaMix. Adulto.
20h00 — Ressaca — Inspirado em A Tempestade, de William Shakespeare, e em diálogo com Uma Tempestade, de Aimé Césaire, Ressaca recria o naufrágio como um colapso urbano e social no Brasil contemporâneo. Uma tempestade transforma a cidade em ilha, onde relações de poder, dominação e resistência se intensificam. Por meio de diferentes movimentos ritualísticos, o espetáculo investiga o corpo como território, a terra como memória viva e a possibilidade de ruptura com heranças de violência. Direção: Diego Rifer. Elenco: Alessandra Rinaldo, Aroldo Zanchett, Bea Brito, Bruna Tourão, Bruno Vizotto, Cíntia Fer, Evandro Pires, Fabíola Oliveira, Gabriel Di Marco, Guilherme Barca, Isaac Filho, Leon Ferret, Ronaldo de Oliveira e Tammy Aires. (80 min). Onde: Espaço dos Satyros. Teatro. 16 anos.
20h30 — Quem Vem Lá? — Num palco de teatro com pouca luz, Mauri P tenta desesperadamente decorar textos da personagem Hamlet, mas não consegue.
Isso porque ele não consegue levantar-se da cadeira. Então, outras figuras com lençóis de fantasmas tentam iça-lo ou movimentá-lo através de cordas. Isso porque ele não consegue levantar-se da cadeira. Então, outras figuras com lençóis de fantasmas tentam içá-lo ou movimentá-lo através de cordas. Em seu desespero, decide ler somente falas do fantasma, que é o pai de Hamlet, que incentiva fantasmas e público à vingança contra o assassinato e a usurpação do poder real. Idealização: Mauricio Paroni. Elenco: Mauricio Paroni, Ramon J, Pedro U, Rodrigo S, Jonas M, Fernanda M, Sami G, Danusa S, Thomas B, Luara L. (30 min). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. DramaMix. Livre.
21h00 — Uma Peça Lá em Casa (ou Marlon e Eu) — Uma atriz conhecida convida seus vizinhos para conhecer sua casa nova e revelar a eles algo estranho que está acontecendo desde que ela se mudou para o bairro. Direção: Clara Carvalho e Sérgio Roveri. Dramaturgia: Sérgio Roveri. Elenco: Clara Carvalho. (40 min). Onde: Sala Alberto Guzik. Teatro. DramaMix. Livre.
21h30 — Um Anjo de Asas Bem Abertas — Um professor é convidado para uma palestra sobre sua grande amiga, uma escritora revolucionária, desaparecida na Ditadura. Enquanto conta detalhes dessa vida e dessa obra, dos campos de concentração europeus aos labirintos de São Paulo, segredos são revelados. Encontros e desencontros. Prostitutas, guerrilheiros e Ets. Anjos e Quimeras. Uma estranha forma de amor prestes a abrir bem as asas.
Texto e atuação: Celso Cruz (30 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. DramaMix.
21h30 — MARY SHELLEY — Entre memórias, sonhos e fantasmas, Mary Shelley revisita os momentos que marcaram sua vida e inspiraram a criação de uma das obras mais influentes da literatura mundial: Frankenstein. Em uma narrativa sensível e envolvente, o espetáculo acompanha a trajetória da jovem escritora inglesa que, desafiando os limites de seu tempo, transformou suas inquietações sobre a vida, a morte e a condição humana em uma obra eterna. Entre perdas, amores, descobertas e o poder da imaginação, Mary revela ao público os caminhos que a conduziram à criação de seu lendário personagem. Mais do que a história de um livro, Mary Shelley é o retrato de uma mulher visionária que encontrou na arte uma forma de enfrentar seus medos e deixar sua marca na história. Direção: Erik Garcia. Dramaturgia: Mary Shelley. Elenco: Erik Garcia e Marya Thereza. (60 min). Onde: Sala Antônio Pompêo. Teatro. 14 anos.
21h30 — Um Anjo de Asas Bem Abertas — Um professor é convidado para uma palestra sobre sua grande amiga, uma escritora revolucionária, desaparecida na Ditadura. Enquanto conta detalhes dessa vida e dessa obra, dos campos de concentração europeus aos labirintos de São Paulo, segredos são revelados. Encontros e desencontros. Prostitutas, guerrilheiros e Ets. Anjos e Quimeras. Uma estranha forma de amor prestes a abrir bem as asas.
Texto e atuação: Celso Cruz (30 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. DramaMix.
22h00 — Cabaré Profano — CABARÉ PROFANO é um espetáculo teatral que mergulha em histórias criadas e/ou vividas por seu próprio elenco, costurando memórias, confissões e provocações em uma narrativa que questiona a vida e seus desafios. Entre risos, ironias e momentos de profunda reflexão, a montagem atravessa as dores e resistências de mulheres e pessoas LGBTQIAPN+, transformando experiências íntimas em potência coletiva no palco. Direção: Dário Varaschin. Dramaturgia: criação coletiva. Elenco: Dário Varaschin, Davi Jackues, Elix, João Victor Ponge, Mariana Moretti, Rodrigo Delcolli, Samir Alves, Vanessa Manga. (50 min). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. 16 anos.
22h30 — BORDERLINE?! — A peça: BORDERLINE?! nasce como um grito coletivo, uma construção viva, feita de vozes, dores, descobertas e coragem. O espetáculo mergulha profundamente no universo do transtorno de personalidade Borderline, trazendo à cena aquilo que muitas vezes permanece invisível. Direção e dramaturgia: Flávio Ferreira. Elenco: Mariáh Ferreira, Macla Taques, Makson Alexandre, Nadiny Costa e Paulo Fábio. (55 min). Onde: Sala Alberto Guzik. Teatro. 18 Anos.
23h00 — Cadernos de Havana — A partir da leitura do diário de viagem de um jovem artista em Cuba, dois atores dão voz a uma série de textos que costuram fragmentos de uma jornada em que teatro, cidade e viajante se confundem numa Havana íntima, pulsante e inventada. Direção: Luís Holiver. Elenco: Patrícia Vilela e Vitor Lins. (30 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. DramaMix. Livre.
23h30 — Rarefeito — Rarefeito é a suspensão da realidade conhecida pela mente humana. Através de um eu lírico a dramaturgia convida o espectador a fazer um mergulho subjetivo nas incertezas e expectativas da nossa existência. Sem respostas prontas e com jogo de palavras e intenções a encenação busca refletir os ciclos da vida. (30 min). — Onde: Sala Antônio Pompêo. Teatro. DramaMix.
23h30 — Camisa de Força — Um ator, uma atriz. Um texto e uma pergunta incômoda: o que levou esse homem ao consultório de psicanálise? A peça percorre, com ironia e tensão, os discursos, as receitas prontas e as repressões do conservadorismo na vida cotidiana, em uma experiência que provoca, desloca e faz pensar. Direção: Airton Lacerda e Rafael Cerigato. Dramaturgia: Cyrano Rosalém. Elenco. Nathan Diantoni e Eloá Pimenta. (60 min). Onde: Vange Leonel. Teatro. 14 Anos.
DOMINGO, 11 DE OUTUBRO
00h30 — Dois Perdidos Numa Noite Suja — Sessenta anos depois de sua estreia, Dois Perdidos Numa Noite Suja, de Plínio Marcos, permanece como um dos retratos mais contundentes das desigualdades sociais brasileiras. Escrito em 1966, o texto atravessa gerações ao revelar, com crueza e humanidade, personagens que vivem à margem da sociedade e lutam diariamente pela sobrevivência, pela dignidade e pelo direito de sonhar. Paco e Tonho dividem um pequeno quarto de pensão enquanto trabalham como carregadores em um mercado. Unidos pela mesma condição social, mas profundamente diferentes na maneira de enfrentar a vida, os dois personagens vivem uma convivência marcada por frustrações, expectativas e conflitos cada vez mais intensos. Enquanto Tonho acredita que um simples par de sapatos pode representar uma oportunidade de transformação, Paco parece ter perdido qualquer esperança de mudança. A partir de um acontecimento aparentemente banal, a relação entre os dois se deteriora até atingir consequências irreversíveis. Direção: Eduardo Guimarães. Dramaturgia: Plínio Marcos. Elenco: Antônio Centeio e Ariclenes Barroso. (90 min). Onde: Sala Alberto Guzik. Teatro. 18 anos.
00h30 — VIDRO À PROVA DE POBRE — A peça “VIDRO À PROVA DE POBRE” mergulha em uma narrativa crua e satírica,expondo as contradições e violências da sociedade contemporânea. Com uma linguagem cortante e repleta de ironia, o texto desnuda a desigualdade social, a exploração, a hipocrisia religiosa e a banalização da violência. Dividida em fragmentos que retratam diferentes facetas da vida marginalizada, a obra questiona o papel do indivíduo em um sistema opressor, enquanto explora temas como pobreza, fé, culpa e sobrevivência. A montagem desafia o público a refletir sobre sua própria posição nesse cenário, utilizando um humor ácido e personagens marcantes, como o guia turístico que expõe a miséria como atração, a empregada doméstica descartada por medo de conflitos sociais, e o jovem que busca identidade em meio ao caos. Com uma estrutura não linear e diálogos impactantes, “VIDRO À PROVA DE POBRE” é um espelho da realidade distorcida, convidando à reflexão sobre justiça, empatia e humanidade. Uma obra provocativa, essencial para os tempos atuais, que ecoa as vozes silenciadas e questiona: quem está realmente protegido pelos “vidros” da sociedade?. Direção: Gabriel Batista. Dramaturgia: Aramyz. Elenco: Daniel Maschiari, Daniel Sato, Erick Antoniazzi, Gabriel Batista. (90 min). Onde: Espaço dos Satyros. Teatro. 16 anos.
01h00 — No ventre do monstro, eu vi o mundo nascer — Até onde você iria para encontrar o sentido da vida? Um artista sufocado pela rotina burocrática de um escritório recebe a visita de quatro seres misteriosos, que o levam a uma viagem à origem do universo. Nesta jornada cosmogônica, inspirada em mitos da criação ao redor do mundo, o personagem deverá enfrentar seus medos mais profundos para reencontrar a si mesmo e se reconectar com o sagrado. Direção: Luís Werlang. Dramaturgia: Núcleo Cigarras. Elenco: Amy Campos, Caroline Flores, Luís Werlang, Niki Cavalcante, Rafaela Viana. (90 min). Onde: Sala Antônio Pompêo. Teatro. 14 anos.
01h00 — VINTE E TRÊS – Encruzilhada no tempo: cênico, da memória e da realidade — Em um palco-encruzilhada onde o tempo rompe a lógica de Chronos, Exu Narrador conduz histórias marcadas pelo racismo estrutural, pela exclusão e pela busca por pertencimento. A cada 23 minutos, relatos emergem como um chamado por memória, justiça e reconhecimento. Entre 1983 e o presente, poesia, oralidade e simbolismo fazem ecoar vozes historicamente silenciadas. Inspirada no spoken word e na obra de Sabotage, Vinte e Três transforma a palavra em resistência e imagina novos futuros possíveis. Direção: Luz Ribeiro e Coletivo 23. Dramaturgia: Luz Ribeiro. Elenco. Agnaldo Moreno, Debora Barboza, Lucas Queiroz, Luuma Belfort, Mau Ribeiro, Mollis Serradura. (45 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. SatyriBlack. 12 anos.
01h30 — Salomé_4 — Em um monólogo, o ator com mudança de voz, postura e entonação interpreta o narrador, Salomé, Yocanã e Herodes para revisitar um dos mitos mais fascinantes da literatura. Inspirada na obra de Oscar Wilde, o tema Salomé é um dos mais fascinantes e ambivalentes da história da arte e da literatura. Ela transita entre a sedução, o poder, decadência e a tragédia. Direção e dramaturgia: Paulo Soares. Elenco: Westerley Dornellas. (10 min). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. 16 anos.
12h00 — Tabuleiro Travesso — “Tabuleiro travesso” é um jogo aberto de teatro, para quem quiser jogar, aproximando a brincadeira e a criação de pequenas cenas e números. Os participantes jogam um dado e seguem para um casa. Dependendo da cor do bambolê em que caírem, tiram uma carta com indicações do que fazer: avançar ou voltar uma casa, chamar alguém para uma batalha de dança, encenar uma morte dramática, contar a receita da sua comida favorita, passar uma rodada fingindo que está embaixo d’água, etc. É uma atividade divertida e totalmente improvisada, por crianças, adolescentes e famílias! Concepção e condução: Emma Jovanović. (60 min). Onde: Praça Roosevelt — Área 1. Teatro. Infantil. SatyriBilidade. Livre.
13h00 — Chapeuzinho — Uma releitura divertida e contemporânea do clássico Chapeuzinho Vermelho, onde a floresta ganha novos hábitos, a vovozinha pratica exercícios e o Lobo Mal está sempre faminto – de comida e confusão. Entre cookies proteicos, disfarces improváveis e encontros inesperados, o espetáculo conduz o público por uma história cheia de humor, ritmo e surpresas, celebrando o afeto, a astúcia e a importância de fazer boas escolhas. Uma comédia teatral para todas as idades, que mistura tradição e atualidade com leveza e imaginação. Direção: Samuel deJac. Elenco: Amanda Gregório, Noah Martins, Re Poesis, Yohan Alves, Wanderson Klein, Samuel deJac. (50 min). Onde: Praça Roosevelt — Área 1. Teatro. Infantil. Livre.
13h00 — Será que eles voltam? — Somos o que somos, pelo que lembramos que somos. Entre o lembrar e o esquecer, há uma força política e social de dominar os meios de contar a história nacional. “Será que eles voltam?” é uma tentativa de não esquecer os nomes dos milhares de trabalhadores que foram presos e torturados na
ditadura militar brasileira, além dos tantos outros dentro do território latino-americano. Direção e dramaturgia: Beatriz Blois. Elenco: Ruth Ciribelli Raphaela Branco. Lourenço Dantas Júlia Botelho. Lara Ferrari. Gabrielly Sant’Anna Marcos Huan. Patrick Magalhães. (70 min). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. 14 anos.
13h00 — Sítio do Picapau Amarelo: Um Aniversário Muito Louco — Nossos queridos personagens do Sítio em mais uma aventura! Narizinho, Pedrinho e Emília pedem a ajuda de Visconde para fazer uma festa de aniversário para a Tia Nastácia. O que eles não esperavam, é que a Cuca faz aniversário no mesmo dia e achou que a festa era pra ela! Junto com seu ajudante Pesadelo, eles lançam um feitiço que vai deixar todo o sítio de cabeça pra baixo! Direção e dramaturgia: Roberta Vallim e Julia Verdaguer. Elenco: Julia Verdaguer, Lune Lima, Lucas Patche, Roberta Vallim, Victor Gustavo, Victor Loran. (60 min). Onde: Espaço Parlapatões. Teatro. Livre.
14h00 — Adeoga e a Deusa — “Adeoga e a Deusa” é uma contação de história com música e dança que apresenta a trajetória de Adeoga, uma mulher negra, guerreira e líder do ‘País das Pessoas Escuras’. Esse país vive há séculos em guerra com o reino vizinho, o reino da guerreira Nijla, mas com a força e sabedoria de sua ancestralidade, Adeoga enfrentará os desafios desse conflito para encontrar a paz para seu povo. Direção e dramaturgia: Alini Massê. Elenco: Alini Massê e Giovana Lima. (35 min). Onde: Praça Roosevelt — Área 1. Teatro. Infantil. Contação de História. Satyriblack. Livre.
14h00 — Entre Nós e Linhas — Um casal se encontra em um bloco de carnaval. Ficam. Continuam se encontrando. Se apaixonam e, algum tempo depois, se casam. Constroem uma vida juntos. Com o passar dos anos, aquilo que um dia pareceu encantador começa a se transformar. Pequenas manias, gestos cotidianos e hábitos que antes passavam despercebidos, ou que talvez tenham sido motivo de encanto, tornam-se cada vez mais difíceis de suportar. A relação começa a se desgastar não por um grande acontecimento, mas pelo acúmulo. Pela repetição. Pelo cotidiano. Por tudo aquilo que continua acontecendo todos os dias. Até que permanecer juntos se torna tão difícil quanto imaginar a vida separado. Direção e dramaturgia: Jorge Augusto Nunes de Sá. Elenco: Jorge Augusto Nunes de Sá e Natalie Kont. (40 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. 14 anos.
14h00 — Encantarias Amazônicas — Em uma clareira da mata, são revividas as lendas de antigos habitantes de uma tradição milenar da Amazônia através de mascaras e adornos que se transformam em personagens encantados. Direção: Amauri Ernani. Dramaturgia: F.E. Kokocht. Elenco: Thierry Maciel. (45 min). Onde: Praça Roosevelt — Área 2. Teatro. Infantil. Satyrinários. Livre.
14h00 — Uma Peça Por Outra — Onde: Espaço dos Satyros. Teatro.
14h30 — Maria: O corpo que resiste — Através de músicas, jogos corporais e coreografias, o espetáculo revela sonhos, imposições sociais, violências invisíveis e visíveis, culminando em uma grande celebração da resistência feminina. Direção e dramaturgia: Marta Luiza. Elenco: Brenda, João Gabriel, Sophia Person, Isabelly Vieira, Malu Puertas, Jullyana, Anna Vitoria, Julia Tavares, Maria Luiza, Victor Lorenzzo, Luiza Saragiotto, Nicolas Teodoro, Luiza, João Queiroz, Nicole, Sabrina, Camille, Gustavo, Lucas Gabriel, Ricardo Demaman. (40 min). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. Livre.
15h00 — Frida, este cadáver ainda vive — Inspirado na vida e na obra de Frida Kahlo, Frida – Este Cadáver Ainda Vive é um mergulho poético nas dores, afetos e inquietações de uma artista que transformou sua própria existência em arte. Em cena, imagens, músicas e símbolos revelam uma Frida intensa, múltipla e profundamente humana. Entre amor, perda, identidade e resistência, o espetáculo convida o público a refletir sobre a potência de existir e criar, mesmo diante das feridas. Direção e dramaturgia: Érika Aparecido Cândido. Elenco: Luiz Henrique Dalbo e Natália Valéria de Silva. (40 min). Onde: Sala Antônio Pompêo. Teatro. 12 anos.
15h00 — Lisístrata: A greve do sexo — Cansadas das guerras, Lisístrata e outras mulheres decidem fazer uma greve de sexo até que os homens aceitem negociar a paz. Entre conflitos e situações cômicas, a estratégia coloca à prova o poder, os desejos e a determinação de todos. Direção: Bella Lorrainy. Dramaturgia: Alex Lisboa e Carol Oliveira. Elenco: Alex Lisboa, Bella Lorrainy, Carol Oliveira, JV Fidalgo, Larissa Polydoro, Matheus Henrique, Maria Emilia Dilamar, Michael Anwar, Victoria Corrêa, Yasmin Mahatma. (90 min). Onde: Espaço Parlapatões. Teatro. 16 anos.
15h30 — Leia antes de aceitar — Um ator, em busca de trabalho e sobrevivência, cede — sem ler — os direitos de uso de sua imagem a uma empresa de inteligência artificial. À medida que sua imagem se multiplica e ganha novas funções, o ator se confronta com a perda de controle sobre si mesmo. O espetáculo investiga os limites entre corpo, imagem e tecnologia na contemporaneidade, articulando atuação, projeções mapeadas e vídeos em tempo real, operados pelos próprios atores em cena. Direção: Alexandre Dill. Dramaturgia: Gabriel Pontes. Elenco: Filippi Mazutti, Gabriel Pontes e Igor Pretto. (55 min). Onde: Sala Alberto Guzik. Teatro. 16 anos.
15h30 — Zizinha, Árvore e a Sombrinha — Espetáculo de teatro para as infâncias com os temas acolhimento e adoção, que ecoam e se estabelecem como alavanca para tratar sobre amizade, constituição familiar e diversidade. Na trama um santuário de animais, uma árvore e sua sombrinha, abrem espaço para o encontro de duas histórias. A de Zizinha, uma veterinária que cuida dos bichos resgatados, e a de Zezinho, um garoto curioso que ainda busca descobrir qual será o seu caminho quando crescer. Movido por essa inquietação, Zezinho visita o santuário e conhece Zizinha. A partir desse encontro, os dois compartilham suas trajetórias, reveladas por meio das histórias metafóricas dos animais que habitam aquele lugar. Direção: Edson Gon. Dramaturgia: Rodrigo Delcolli. Elenco: Alexandre Medeiros, Beatriz Rosa e Wagner Cavalleiro. (50 min). Onde: Lona Satyrianas. Teatro. Infantil. Livre.
16h00 — Gran Cabaret Satyrico — Onde: Espaço dos Satyros. Teatro.
16h00 — Sexo Oral – Leitura Dramática — Primeira esquete de uma obra muito maior, “Sexo Oral” é uma comédia ácida sobre os encontros e desencontros da vida a dois. A trama acompanha um casal preso a um casamento desgastado e suas tentativas frustradas de renovar a relação. Certa noite, uma discussão aparentemente banal sai do controle, fazendo com que segredos do passado venham à tona e conduzam a história a um desfecho surpreendente. Direção: . Dramaturgia: Celso Cruz. Elenco: Eduardo Chagas e Gabi Flores. (min). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro.
16h30 — Esses corpos na cidade — “Esses Corpos na Cidade” é um espetáculo que explora as experiências de pessoas em diferentes contextos dentro de um mesmo espaço urbano. A peça investiga como esses corpos se interagem e se relacionam em uma cidade complexa e desafiadora. Por meio de vivências, relatos, dança e diversas outras linguagens artísticas, o espetáculo amplia as possibilidades de expressão e reflexão sobre a vida na cidade. Direção e dramaturgia: Lunar. Elenco: Lunar, Dann, David Chaves, Mayara Souza, Angélica Vilas Bôas e Bel Cardoso. (60 min). Onde: Sala Antônio Pompêo. Teatro. Livre.
17h30 — Rudinei Borges — Onde: Sala Vange Leonel. DramaMix.
18h00 — Apathia — Onde: Espaço dos Satyros.
18h00 — Chão d´água — A peça traz cenas do cotidiano de uma pequena cidade do Centro-Oeste do Brasil, com nuances de sua cultura, história, memória e identidade, colocando no cerne da ação um poeta que persegue a ideia de tempo/memória, metaforicamente potencializada na bússula. O texto é uma adaptação do roteiro audiovisual Asas poéticas em terras pantaneiras, das escritoras Elizabete Nacimento e Joci Maciel, investindo-se em uma linguagem cênica leve e divertida, com elementos da cultura regional. No contexto da peça, serão recuperadas imagens que habitam a memória de pessoas antigas (os mais velhos), como, por exemplo, algumas lavadeiras à margem de um Rio, um aguateiro que fornece água às residências, um lampareiro que tinha como função acender as luzes ao anoitecer, assim como as festas de santo, com as suas devoções e danças, como o Siriri e o São Gonçalo. Direção e dramaturgia: Agnaldo Rodrigues da Silva. Elenco: Agnaldo Rodrigues da Silva, Dionila Gomes Tavares, Edson Flávio Santos, Ludmyla Ferreira Miranda, Juliana Ribeiro Teixeira, Eduardo Luz Mendonça. (40 min). Onde: Sala Antônio Pompêo. Teatro. Livre.
18h00 — OHLIF — Ohlif está isolado na angústia de não saber onde está seu filho. Em seu autoexame, ele atravessa descontinuamente, momentos importantes de sua vida, na tentativa de compreender onde e quando o perdeu. O protagonista compartilha memórias de seu falecido pai, de sua ex-esposa e até de um amigo imaginário de sua infância, transportando-os ao solitário universo de madeira onde o encontramos. Direção: Daniela Vazquez Briceno. Elenco: Yuri Komatsu e Bruno Meng. (45 min). Onde: Praça Roosevelt — Área 1. Teatro. 18 anos.
18h00 — O Eu que Flui de Mim — Entre escuridão e cor, medo e coragem, memória e presença. O Eu que flui de mim acompanha uma mulher em sua movimentação… as duas instauram um jogo que atravessa memórias, medos, culpas e desejos esquecidos. O que começa com uma brincadeira de pega-pega transforma-se em uma travessia pelos labirintos da própria identidade. A infância reaparece como território de descoberta, enquanto os objetos que surgem de uma caixa de areia — bonecas, fitas, mapas e pedras — conduzem a mulher por lembranças que ela havia deixado para trás. Ao revisitar sua relação com a filha, a culpa por uma ausência e a sensação de ter perdido o próprio caminho, ela começa a perceber que a saída talvez não esteja fora daquele lugar, mas dentro de si. Entre escuridão e cor, medo e coragem, memória e presença. O Eu que flui de mim aborda movimentação e travessia poética sobre identidade, memória, maternidade, culpa, saúde mental e a urgência de voltar a se perceber. Direção: Edhuardo Osório. Dramaturgia: Mário Goes. Elenco: Saffira Neri e Agnes Bordin. (50 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro.
18h30 — Branca Flor: Auto do Café — Branca Flor: Auto do Café é um espetáculo de teatro de rua inspirado na canção Cafezal em Flor, de Luiz Carlos Paraná. Em meio aos cafezais do Norte do Paraná, Branca Flor e João do Café vivem uma história de amor atravessada pelos conflitos entre poder e povo, propriedade e pertencimento, tradição e transformação. Tendo a memória da Geada Negra de 1975 como metáfora central, a obra aborda temas como a luta pela terra, a resistência dos trabalhadores rurais, a concentração fundiária e a força das comunidades que constroem sua existência a partir do trabalho coletivo. Misturando música ao vivo, dança, procissão e cultura popular brasileira, o espetáculo transforma a rua em um ritual poético e político sobre amor, justiça social e a esperança que insiste em florescer mesmo diante das geadas da história. Direção: Adelvane Néia. Dramaturgia: Pedro Ziroldo e Thiago Bechara. Elenco: Francielly Veiga, Juscileia Amaral, Heriveuto de Souza, Michele Nakajima e Pedro Ziroldo. (50 min). Onde: Praça Roosevelt — Área 2. Teatro. Livre.
19h00 — BECKETT TARDIO – Rockaby | Ohio | Catástrofe. — Três peças curtas onde Beckett radicaliza o minimalismo e usa forte experimentação de elementos tecnológicos como gravadores, luzes e vozes em off: Rockaby > Ohio > Catástrofe. Direção: Gabriel Alvim. Dramaturgia: Samuel Beckett. Elenco: Julia Bobrow, Henrique Bravi, Larissa Andrade e Lucas Costa. (50 min). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. 14 anos.
19h30 — Marreta da Luz à Consolação — No metrô de São Paulo, um marreteiro entra em cena com sua mochila e anuncia: “Desculpa incomodar a viagem”. Entre a Luz e a Consolação, ele conta Hamlet com bonecos, objetos e improvisação, transformando o vagão em palco. Misturando teatro popular, música e audiovisual, o espetáculo questiona quem tem direito de narrar os clássicos. O público vira cúmplice dessa tragédia urbana sobre sobrevivência, imaginação e informalidade. Direção, dramaturgia e elenco: Murilo Cesca. (50 min). Onde: Sala Antônio Pompêo. Teatro. Livre.
19h30 — TÓXICA — TÓXICA, com Ronny Stevens. O homem o que é? O que é o depois, que é depois e logo é antes quando, no momento, naquele momento, ele se fez. Se fez porque se deve fazer, porque se deve temer e é aí, é assim que tudo está certo. Tentei fugir e fui, antes de tudo, encarcerado nesta condição tóxica. Direção: Rafael Bacelar. Dramaturgia: David Maurity. (24 min). Onde: Praça Roosevelt — Área 2. Teatro. 16 anos.
20h00 — OUTRO SETE A UM — Tarde de 8 de julho de 2014. O Brasil está mobilizado, com ansiedade e esperança, para acompanhar a semifinal da Copa do Mundo: uma vitória sobre a Alemanha pode colocar o país novamente numa final. Esse é o pano de fundo do reencontro de Bruno com Felipe, que está de volta após alguns anos vivendo na Europa. Diante da tevê, enquanto a partida em Belo Horizonte caminha para seu desfecho catastrófico para os brasileiros, eles jogam outro jogo, de sonhos díspares que buscam algum sinal de convergência, desejos interrompidos e expectativas sufocadas. Direção: Bruno Perillo. Dramaturgia: Flavio Goldman. Elenco: Daniel Tavares e Felipe Ramos. (55 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. DramaMix. Adulto.
20h30 — Baile Da Despedida — BAILE DA DESPEDIDA encerra a trilogia amor y morte do laboratório dança-teatro. Em cena, artistas atravessam um baile onde celebrar e despedir-se tornam-se um único gesto. Entre cortejos, memórias, rituais e encontros, a criação habita o instante em que a festa se transforma em passagem. Intuição e rito convergem: o carnaval veste o luto e o funeral aprende a dançar. Cada corpo percorre o delicado território onde é preciso saber perder para continuar vivendo. uma pesquisa sobre amor, morte, memória e os rituais que criamos diante da finitude. Tecida por muitos corpos, afetos, corações, vísceras e travessias, a montagem cruza dança, teatro e artes visuais, tendo a dança-teatro como território de investigação. Em BAILE DA DESPEDIDA, a pergunta não está apenas em como nos despedimos, mas no que fazemos com aquilo que permanece depois que algo termina. O amor é o que nos coloca em movimento, a despedida é o que transforma esse movimento em memória. Enquanto os corpos celebram, resistem e aprendem a deixar partir, reafirmamos nossa urgência: se a morte é uma passagem inegociável, dancemos à beira do abismo! Só que agora, pela última vez. Direção e coreografia: Luiza Magalhães. Elenco: Ana Fabrini, Bibi Macezato, Felipe Leite, Gaia Albuquerque, Gian Vitor, Julia Pivari, Letícia Machado, Luana Lavareda, Luana Lucena, Maria Clara Alvim, Morgana Siqueira, Ricardo Coutinho, Valentina Bortolini, Valentina Jarjura e Aline Cortez. (60 min). Onde: Sala Alberto Guzik. Teatro. DançaMix. Livre.
21h00 — Música Para Cortar os Pulsos — Três histórias sentimentais se entrelaçam ao som e com a intensidade das músicas para morrer de amor. Isabela sofre porque foi abandonada. Felipe quer muito se apaixonar e Ricardo, seu melhor amigo, está apaixonado por ele. (75 min). Direção: Thomaz Alvez e Larissa Camargo. Elenco: Arthur Krauker, Felipe Pisanelli e Laís Fantini. Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. 12 anos.
21h30 — Clovys Torres — Onde: Sala Antônio Pompêo. DramaMix.
21h30 — A MESA COM A MORTE — Inspirada no caso real de Armin Meiwes, conhecido como “o canibal alemão”, a peça faz uma releitura de um dos crimes de canibalismo mais conhecidos do mundo. A história se desenvolve a partir de um anúncio publicado em um jornal, no qual uma pessoa busca alguém disposto a se voluntariar para o jantar. O anúncio recebe centenas de respostas, e um encontro é marcado. A peça provoca uma reflexão: quando há consentimento, ainda pode ser considerado crime?. Direção: Julia Verdaguer. Dramaturgia: Julia Verdaguer e Roberta Vallim. Elenco: Julia Verdaguer, Lune Lima, Lucas Patche, Roberta Vallim, Victor Gustavo, Victor Loran. (60 min). Onde: Espaço dos Parlapatões. PerforMix. Teatro. 18 anos.
21h30 — Vaca Amarela — Vaca Amarela é um experimento cênico performativo onde o riso e o medo se confundem, transformando memórias de infância em novas formas. Construído a partir das histórias e vivências de 15 artistas-criadores, o espetáculo convida o público a um espaço onde segredos são compartilhados, versões se cruzam e o lúdico revela suas sombras. Um mergulho visceral, cru e provocativo no universo infantil. Direção: Jaque Nunes. Dramaturgia: Giovanna Santos, Tamy Paulauskas, Tathianne Yates e Gabriel Clarim. Elenco: Andrea Hirsch, Gabriel Clarim, Geovanna Morete, Giovanna Santos, Igor Lima, Juliana Ribeiro, Matheus Salazar, Natalia Duzzi, Osmar Sasso, Pedro Montemurro, Puala, Rafael Lopes, Tamy Paulauskas, Tathianne Yates, Tiago do Ó, Vini Barsan, Vini Maga. (90 min). Onde: Espaço Parlapatões. Teatro. 18 anos.
23h00 — Aguaçeiro — Num chão de fábrica em desordem, três mulheres trabalham enquanto uma tempestade se aproxima. Entre ruídos, lembranças e sinais difíceis de interpretar, o medo cresce junto com a chuva, e elas tentam descobrir como escapar daquilo que todas sabem que está por vir. Direção: Marco Fábio de Faria. Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. DramaMix. Livre.
23h00 — Amor3s V3rm3lhos — Amores Vermelhos sob o Sol de Morango é um rito sobre amar quando tudo tenta impedir. Entre encontros atravessados por desejo, aplicativos, solidão e urgência, corpos se buscam, às vezes com ternura, às vezes com fome, às vezes sem saber exatamente o que estão procurando. Um espetáculo visceral, poético e cru, em tempos sombrios em que tentam queimar as bruxas e as bixas, que, só por hoje, tentarão não morrer. Direção e dramaturgia: Bora Jorge. Elenco: Bora Jorge, Tamara Figueiredo, Gabriel Guerra, Vinícius Vieira, Guilherme Olivheiran, Emma Vasuki. (65 min). Onde: Sala Antônio Pompêo. Teatro. 16 anos.
23h00 — O Canto Calado — Ambientado durante a Ditadura Militar brasileira, O Canto Calado acompanha personagens que têm suas vidas atravessadas pela censura, pela perseguição política e pela repressão do regime. Entre encontros, perdas e atos de resistência, o musical resgata memórias de um dos períodos mais sombrios da história do Brasil, reafirmando a importância da liberdade, da democracia e da preservação da memória. Direção e dramaturgia: Betho Frantinelli. Elenco: Cia. Dons de Teatro Musical. (120 min). Onde: Espaço Parlapatões. Teatro. 14 anos.
23h00 — Santa Joana dos Matadouros — O que é preciso para ser alguém? Em Santa Joana dos Matadouros, montagem do grupo teatral Forja Coletiva e fruto do Núcleo de Montagem Teatral do Estúdio de Treinamento Artístico, essa pergunta atravessa corpos marcados pela exaustão do trabalho, onde carne, sangue e suor revelam um mundo em que vidas valem menos que o lucro. Inspirado na obra de Bertolt Brecht, o espetáculo desloca o universo dos matadouros para as relações de trabalho contemporâneas, criando um espaço de reflexão crítica sobre a exploração, a desigualdade e a transformação de pessoas em mercadoria. Direção: Alan Paes. Elenco: Alex Lisboa, Ana Laura Alvarez, Carol Abades, Carol Gasoni, Cauan Henrique, Eliane Carla, Gisele Panegassi, Guilherme Gomes, Henrique Curty, Henrick Nicácio, Jessé Torres, João Paulo Nascimento, Júlia D’Azevedo, Letícia Vieira, Millena Serikawa, Ronayann, Thales Breno, Vini Odara, William Dias. (90 min). Onde: Sala Alberto Guzik. Teatro. Livre.
23h30 — Entre Quatro Paredes — As relações sociais nutrem e desafiam a existência humana e nesse jogo, com poder de nutrir, mas também destruir as relações, é revelado o nosso verdadeiro inferno, os outros. Direção: Aroldo Zancheta. Dramaturgia: Jean Paul Sartre. Elenco: Alessandra Rinaldo, Bruno Vizzotto, Cíntia Alves e Klaus Sapphire. (45 min). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. 16 anos.
23h59 — Hotel Liberdade — Onde a liberdade parece um beco sem saída. Direção Gabriel Alvim. Dramaturgia: Marcio Tito. Elenco: Nego Catra, Alex de Félix e Dugg Mont. (30 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. DramaMix.
SEGUNDA FEIRA, 12 DE OUTUBRO
00h30 — a história dos vizinhos e dos banheiros e dos cigarros e dos fios dentais e dos lixos e do gato que morreu — Dois vizinhos se encontram todas as noites pelas janelas de seus banheiros. Um cigarro é aceso. Uma luz pisca. Eles se vigiam e se perseguem em uma relação entre o vício, o sonho e o horror. Direção e dramaturgia: Gustavo Nolla. Dramaturgia: Iça Simeão. Elenco: Bibi Macezato e Lígia Martarelli. (50 min). Onde: Sala Antônio Pompêo. Teatro. 16 anos.
01h30 — Quem roubou minha gota? — Em um mundo futurista em ruínas, três amigos famintos transformam a busca pela sobrevivência num verdadeiro pastelão. Entre trombadas e quedas acrobáticas, disputam por uma semente misteriosa, mas se unem para plantá-la mesmo com poucos recursos. São perseguidos pelo temível Fiscal do Racionamento, que tenta confiscar seus recursos a todo custo. O conflito cede espaço à cooperação, trazendo um apelo emocionante sobre o futuro da humanidade. Direção e dramaturgia: Evandro Pires. Elenco: Amanda Dias Duarte, Bruno Meng, Paris de Araújo e Yuri Komatsu. (30 min). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. Livre.
13h00 — AONDE FOI FEDERICO? — Federico, o boneco preferido de Mel, é raptado. Veloz e Felpudo, um bicho de pelúcia e um fantoche feito de meia, testemunham o sequestro. Para resgatarem o boneco, Mel, Felpudo e Veloz precisam viver aventuras em um mundo fantástico, onde encontram Bobstick, um menino perdido em jogos eletrônicos, o misterioso Rabujo e a Sra. Jasmim, que gosta de contar histórias e cantar. Nessa jornada, Mel descobre o poder da amizade para superar a solidão. Direção: Jessica Marta Dornelles e Vanessa Santos. Dramaturgia: Manogon e Tatá Nagamachi. Elenco: Laryssa Dreher, Estevan Garcia, Gabrielle di Santi, Thaís Gazzola, Lucas Abdalla e Michelly Rodrigues. (50 min). Onde: Praça Roosevelt — Área 1. Teatro. Infantil. Livre.
13h00 — O Morro das Oliveiras — Em uma comunidade marcada pela violência e pela desigualdade, Cristiane, uma jovem mulher negra, desafia o destino que tentam impor a ela. Entre conflitos, perdas e sonhos, sua jornada de resistência revela a força de quem luta por dignidade, liberdade e futuro. O Morro das Oliveiras é um drama intenso e atual sobre identidade, esperança e transformação social. Direção e dramaturgia: Roni Miguel Jr. Elenco: Bianca Benevides, Diego Rizo, Fellipo Rocha, Glória Simões, Lucas Coelho, Rafael Mattos, Rafaela Imparato, Roni Miguel Jr, Rony Simão, Shirlei Souza, Venice Santana. (90 min). Onde: Hilda Hilst. Teatro. SatyriBlack. 16 anos.
13h00 — Recortes Mágicos — A partir de memórias de infância dos integrantes do grupo, o espetáculo “Recortes Mágicos” trata da infância e se propõe a conversar com crianças de todas as idades, inclusive as mais crescidas. Interagindo, brincando e explorando as infâncias. Direção e dramaturgia coletiva. Elenco: Amir Formiga, Barbara Vendramini, Gabriel Pequeno, John Prado, Gina Tinel, Isabelly Bernardes, Lua Ribeiro, Wlad Guerra. (40 min). Onde: Espaço dos Parlapatões. Infantil. Livre.
14h00 — Manual da Conduta para Dias Absolutamente Comuns — Sete pessoas dividem o mesmo espaço. O que deveria ser cotidiano se torna estranho, o que parecia importante perde o sentido e, às vezes, basta uma pessoa não saber exatamente o que fazer para que todo mundo precise inventar outra maneira de continuar. A vida seria bem mais fácil se viesse com instruções. Talvez até viesse, mas alguém perdeu o papel. Direção: André Lu. Coordenação: Rodolfo García Vásquez. (50 min). Onde: Espaço dos Satyros. Teatro. Livre.
14h00 — O Roubo do Leque da Dona Veioca — Dona Veioca, uma senhora reclusa e rabugenta, vive no Recanto da Paz com seus empregados. A tranquilidade é abalada quando seu precioso leque desaparece. Após a visita da Dona Inanci. Malasartes, um malandro astuto, Pouca Tristeza, Vardemar e Maria Flor inicia-se uma investigação cheia de humor, intrigas e revelações, onde todos podem ser suspeito e nada é exatamente o que parece. Direção: Matheus Provazi. Elenco: Carol Garibaldi, Juliane Falvela, Lucas Correia, Matheus Provazi, Messias Turino. Rosane Mello. (60 min). Onde: Praça Roosevelt — Área 1. Teatro. Livre.
14h00 — Peixe vive pela boca — Um Pescador que há anos não consegue mais pescar se vê preso às margens de um rio silencioso, carregando memórias, medos e um antigo rompimento com o mar. Um dia, ao lançar sua vara, ele fisga algo inesperado: uma pequena casa habitada por Misca. Inicia-se uma travessia repleta de personagens fantásticos, o Pescador é levado a enfrentar o e esquecimento, a perda e o receio de retornar ao mar. Direção: Giuliana Pellegrini. Dramaturgia: Luis Falcão. Elenco: Maria Fernanda Wagapoff, Gabriel Natividade e Luis Falcão. (50 min). Onde: Sala Alberto Guzik. Infantil. Livre.
14h00 — Piranha — Felipe tenta violentar uma mulher desconhecida numa rua deserta. Ele só não contava que ela é uma piranha. Direção e dramaturgia: Maré Mariotti. Elenco: Maré Mariotti e Warner Borges. (15 min). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. 16 anos.
15h00 — FÔLEGO — Em meio ao concreto, buzinas e passos apressados, FÔLEGO mergulha na cidade que respira ofegante: São Paulo. Entre corpos em colapso e tentativas de permanência, a experiência investiga os atravessamentos emocionais e psíquicos provocados pelo caos metropolitano diário. A peça transforma em cena a dificuldade de respirar, o esgotamento e a busca por afeto e presença em meio à cidade que nunca dorme. Direção e dramaturgia: Noah Monteiro e Jotappe Silva. Elenco: Gustavo sant’Anna, Jotappe Silva, Kov, Matheus Faria, Théo Arthen. (45 min). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. 16 anos.
15h00 — O Mandachuva — Para conseguir água potável em 2127, os moradores de uma pequena vila precisam recorrer a desidratação de matéria orgânica através de uma máquina chamada Luzia, operada exclusivamente pelo líder Minalbo. A caça e coleta é a intensificada às vésperas do casamento de Jubio e Miara, até que um descaso coloca a hierarquia de Minalbo em risco e se inicia uma disputa pelo controle de Luzia. Direção: Gabriela Garcia, Isabela Gsil, Mavi Rossi. Dramaturgia: Bruno Fidalgo, Flávia Thaína, Tatá Nagamachi. Elenco: Estevan Garcia, Gusttavo Baricocchi, Lúcia Diniz, Mariana Grazina, Rayane Trindade, Renan Rochac, Rosiane Noventa. (25 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. Livre.
15h00 — SuperFantastico “De volta a infancia” — Cinco amigos se encontram para bolar um plano pois a mãe de um deles quer mudar de cidade, ao se encontrar em um porão encontram objetos diversos que os fazem lembrar da infância do Clube Superfantastico, ao encontrar um objeto mágico eles são transportados para um mundo onde voltam a ser crianças, gerando uma grande confusão e vivendo momentos inesqueciveis que misturam imaginação com realidade. Uma homenagem aos anos 80 ao som de grandes sucessos voltado para as crianças. Direção Betho Frantinelli. Dramaturgia: Betho Frantinelli. (80 min). Onde: Espaço Parlapatões. Infantil. Livre.
16h00 — Quarta-feira de Cinzas ou Ensaio Sobre Cactos — Doze anos separam o autor e ator do evento disparador deste solo teatral que pode ser sobre tantas coisas, mas é principalmente sobre o tempo. Uma peça sobre ele, sobre você, sobre nós e sobre como tudo pode se tornar nada ou até mesmo nada então se tornar tudo. Direção: Davi Novaes. Dramaturgia e elenco: Vitor Lins. (50 min). Onde: Sala Antônio Pompêo. Teatro. 12 anos.
16h00 — SAMAEL — Samael apresenta um thriller psicológico construído a partir de simbolismos ancestrais e alegorias das escrituras sagradas. A narrativa parte da figura de Samael, o Anjo da Morte e Portador da Luz, cujo desejo de igualar-se ao divino ecoa nas rupturas emocionais vividas por Ophélia, uma mulher da aristocracia dos anos 1960 que vê sua vida aparentemente perfeita desmoronar diante do ciúme, do controle e da degradação afetiva. A chegada de familiares para o tradicional retrato anual intensifica as tensões, transformando a casa em um espaço onde amor, fé e delírio se misturam até o ponto de não retorno. Direção e dramaturgia: Kako Soares. Elenco: Alek Soares, Carola Valente, Cátia Ortiz, Eduardo Wanghon, Eglerson Rodrigues de Sousa, Erika Palmeira, Fag Coutinho, Fellipo Rocha, Josi Oliveira e Max de Souza. (50 min). Onde: Espaço dos Satyros. Teatro. 14 anos.
16h00 — Sintoma — Sintoma é um solo autoficcional que conta a história de uma mulher que anuncia uma luta contra uma oponente já morta: um parasita que se alojou nos tecidos do seu corpo. A peça tenciona a relação entre o “eu” e o “outro”. O encontro fatal entre as duas guia a peça à temas como a solidão, conflitos psicológicos e inadequações existenciais. Direção: Bruno Vieira. Dramaturgia e elenco: Alinne Cordeiro. (50 min). Onde: Alberto Guzik. Teatro. Livre.
16h00 — Tempo de Passar Passarinho — O espetáculo propõe uma aproximação entre o universo poético-pantaneiro de Manoel de Barros e o cotidiano caipira-paulista dos artistas criadores. Duas crianças, um menino e uma menina, se encontram no quintal de Manoel, conversam e brincam, misturando poesia e realidade. Rompendo barreiras de certos e errados, imaginário e concreto, infantil e adulto, apresentam, com a riqueza das palavras das crianças, o pensamento e a poesia de Manoel de Barros. Entre o mundo imaginatório do poeta e o mundo cotidiano, entre brincadeiras e faz-de-contas, a infância pulsa dentro dos corações das crianças de todas as idades. Direção: Tuca Zanini. Dramaturgia: Gilvan Balbino. Elenco: Laryssa Dreher e Otávio Sarti. (45 min). Onde: Praça Roosevelt — Área 1. Teatro. Livre.
17h00 — Nas Profundezas do Ser — Uma viagem às profundezas do ser em que transita-se entre as histórias do Medo contadas por Dona Elise e as inseguranças e ansiedades de Tarsila sobre o processo de seu TCC. Ao longo dessa jornada, entendemos sobre o Medo positiva e negativamente, como o TCC se desenvolveu ao longo do semestre e como impacta em Tarsila. Direção: Sérgio Lessa. Tatá Nagamachi. Elenco: Tatá Nagamachi. (20 min). Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. SatyriBilidade. Livre.
17h30 — GODOOOOOOOOOOOOOT — Nós da Racional Superior Pactos S.A. (mais especificamente do departamento de storytelling, well-being e self-awareness) temos o imenso prazer de abrir as portas da nossa casa e receber vocês! Nosso objetivo é criar momentos agradáveis e mostrar que tudo tem um propósito nessa vida, basta que entendamos o nosso papel nessa grande história. E lembre-se: nunca descuide das pequenas coisas! Direção e dramaturgia: Caio Caldas. Elenco: Caio Caldas, Solupe Franco, Vuka Pereira, Victória Barbero. (90 min). Onde: Alberto Guzik. Teatro. 16 anos.
17h30 — NOT I — Nessa montagem inspirada no texto original de Samuel Beckett, duas atrizes desenvolvem uma linguagem cênica marcada pela vocalidade e pela musicalidade, imprimindo textura e profundidade e ampliando a dimensão sensorial do texto. A encenação evidencia temas como identidade, trauma, memória, linguagem e a incapacidade de expressar plenamente a experiência humana, elementos centrais da dramaturgia de Samuel Beckett e do teatro do absurdo. Direção: Renatto Moraes. Dramaturgia: original de Samuel Beckett. Elenco: Julia Tetzlaff e Thais Grootveld. (20 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. 14 anos.
18h30 — A Grande Digestão dos Mortos — A morte do melhor amigo. Texto e Elenco: Rubens Rewald. Onde: Vange Leonel. Teatro. DramaMix.
18h30 — CIDADE DOURADA — Após a morte do pai, homem vai até uma pequena cidade, próxima à floresta amazônica, procurar por sua mãe. Ela foi embora quando o filho ainda era criança, para trabalhar no bar de um garimpo e nunca mais retornou. Direção e Roteiro: Dênio Maués. Elenco: Lianna Mateus e Marcelo Marothy. — Onde: Sala Antônio Pompêo. DramaMix.
18h30 — Drama Latinoamericano — Drama Latinoamericano” é uma coletânea de quatro peças de um ato, dinâmicas e intensas, interligadas pelo mesmo tema: desencontros amorosos. As cenas são separadas por interlúdios musicais, misturando teatro, dança e música. Esse espetáculo é uma celebração da identidade latina, e da arte que pulsa nas nossas veias. Direção: Rodrigo Brich. Dramaturgia: Isabella Mello e Rodrigo Brich. Elenco: Baal Demary, Bruno Aredes, Fernanda Degolin, Isabella Marino, Isabella Mello, Lucas Paiva, Andrio Candido e Rodrigo Brich. (60 min). Onde: Espaço dos Satyros. Teatro. 14 anos.
18h30 — HADAL — “Hadal” é um espetáculo de Dança-Teatro que apresenta Cabrunq e Inada, duas personagens que se encontram na linha do horizonte entre o céu (Cabrunq) e o mar (Inada), vivendo juntas uma jornada guiada pela dança e a música. Baseado na natureza e nas histórias de infância de Alini Massê e Giovana Lima, as personagens contam, dançam e cantam essas memórias que foram banhadas pelo elemento mais abundante do nosso planeta azul: A ÁGUA. Criação: Giovana Lima. Elenco: Alini Massê e Giovana Lima. (40 min). Onde: Hilda Hilst. Teatro. SatyriBlack. 14 anos.
19h30 — Arlequim, Servidor de Dois Amos — Arlequim, Servidor de Dois Amos é uma comédia em que o esperto e atrapalhado Arlequim tenta servir dois patrões ao mesmo tempo, sem que um descubra o outro. Para conseguir comida e dinheiro, ele cria diversas confusões e situações engraçadas. A história é marcada por disfarces, mal-entendidos e romances, culminando em um final feliz para os personagens. Direção: Renato Bispo. Dramaturgia: Carlos Goldoni. Elenco: Danielle Zatti, Lívia Ferreira, Luisa Silva, Gabrielle Ferreira, Julia Padilha, Isadora Bortolozo, Agnes Machado, Lucas Oliveira, João Rezende e Felipe Leão. (120 min). Onde: Lona Satyrianas. Teatro. Livre.
20h00 — Gatilho — Gatilho é um experimento cênico em teatro Musicado, que acompanha a história de Billy, Miguel e Esther indo a uma pequena cidade no velho oeste chamada Garganta Seca em busca de um tesouro antigo. Direção: Victor Gustavo. Dramaturgia: Lopes Xavier. Elenco: Ane Berry, Anne Liriel, Jaque Jesus, Lê Fransozo, Lopes Xavier, Lucas Sanches, Ravi Abelha, Rodrigo Emanuel, Thawanny Bianca, Thiago Braga e Tiago do Ó. (90 min). Onde: Sala Antônio Pompêo. Teatro. 14 anos.
20h00 — Peixes não gritam — Velho confronta a própria juventude e memória enquanto aguarda o desabamento total do casarão em que vive. Espera ansioso o momento em que poderá se fundir ao pó dos escombros e atingir a mesma natureza do poeta que moldou sua vida e seu desejo. Direção e dramaturgia: Vera de Sá. Elenco: Luiz Damasceno e Cella Azevedo. Onde: Sala Vange Leonel. Teatro. DramaMix. Adulto.
20h00 — O Chão — Baseado no romance de Natalia Timerman, a peça se passa em um congresso onde uma escritora reflete sobre os limites entre memória, autobiografia, ficção e verdade. O encontro inesperado com um primo a confronta com uma sucessão de traumas que atravessam sua história familiar. Diante dessas lembranças, ela se pergunta até que ponto é possível transformar a dor daqueles que amamos em literatura. Entre culpa e criação artística, percebe que toda memória contém ficção e toda verdade é atravessada por afetos. O Chão investiga a escrita como tentativa de sobreviver aos fantasmas do passado e reinventar, através da arte, aquilo que nos constitui. Direção: Rodolfo García Vázquez. Dramaturgia; Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez. Elenco: Mel Lisboa e Rafa Maia. (40 min). Onde: Sala Alberto Guzik. Teatro. DramaMix. Livre.
20h00 — OUTRO SETE A UM — Tarde de 8 de julho de 2014. O Brasil está mobilizado, com ansiedade e esperança, para acompanhar a semifinal da Copa do Mundo: uma vitória sobre a Alemanha pode colocar o país novamente numa final. Esse é o pano de fundo do reencontro de Bruno com Felipe, que está de volta após alguns anos vivendo na Europa. Diante da tevê, enquanto a partida em Belo Horizonte caminha para seu desfecho catastrófico para os brasileiros, eles jogam outro jogo, de sonhos díspares que buscam algum sinal de convergência, desejos interrompidos e expectativas sufocadas. Direção: Bruno Perillo. Elenco: Daniel Tavares e Felipe Ramos. (55 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. DramaMix. Adulto.
20h30 — Ouro Líquido — O futuro sempre parece distante, até que começa a se parecer com o presente. Em um tempo atravessada pela escassez de água, a sociedade acaba por obedecer às regras de um novo mercado. Entre a ficção e a projeção, Ouro Líquido provoca o espectador a imaginar um amanhã construído pelas decisões de hoje, onde a sede deixa de ser apenas uma necessidade física e se transforma a moeda da vida. Direção e dramaturgia: Lucca Strabelli. Elenco: Julia Sétlim, Rodrigo Axé, Caetano Furquim, Raul Madeira, Luan Antonio de Barros, Hugo. (45 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. 14 anos.
21h00 — BOI – Um corpo entre duas geografias — Depois de deixar o Maranhão para tentar construir uma vida em São Paulo, um homem passa a revisitar as figuras que moldaram sua infância, seus afetos e sua maneira de existir no mundo. Entre lembranças, festas populares, mitologias maranhenses e acontecimentos cotidianos da metrópole, ele tenta compreender o que permaneceu vivo dentro de si e o que precisou morrer para sobreviver. Em BOI, Davi Lopes conta sua própria trajetória. De um lado, o universo encantado maranhense, povoado pelo boi e por personagens que atravessam a memória, a imaginação, a fé e a cultura popular, sob um sol quente que parece esgarçar o tempo. Do outro, uma São Paulo fria, cinza e veloz, que acolhe ao mesmo tempo que o traga e o devora. Entre essas duas geografias, velocidades e temperaturas, Davi procura reconhecer o que permaneceu de sua origem no corpo que precisou construir para sobreviver. Direção: Marcelo Várzea. Dramaturgia e elenco: Davi Lopes. (30 min). Onde: Sala Vange Leonel. DramaMix. Adulto. 14 anos.
21h00 — Helenas — O espetáculo “Helenas” aborda a vida das mulheres a partir do Malleus Maleficarum – O Martelo das Feiticeiras, de Heinrich Kraemer e James Sprenger, publicado em 1486 e considerado a bíblia da Inquisição. O tratado, utilizado como manual para identificar, capturar, obter confissões sob tortura e exterminar pessoas acusadas de heresia — em sua maioria mulheres consideradas bruxas — serve como ponto de partida para uma reflexão sobre a violência histórica e contemporânea contra as mulheres. Direção: Gustavo Ferreira. Elenco: Alessandra Nassi, Alex de Felix, Anna Paula Kuller, Elisa Barboza, Gabriel Mello, Heyde Sayama, Isabela Cetraro, Ju Alonso, Karina Bastos, Maiara Cicutt, Tai Zatolinni e Vitor Lins. (90 min). Onde: Espaço dos Satyros. Teatro. 16 anos.
21h30 — Alma Debruçada na Janela — “ALMA DEBRUÇADA NA JANELA” é um conjunto de histórias reais e emocionantes que o mesmo recebeu de pessoas de vários estados do Brasil através do Instagram num quadro que criou chamado “Me conta tua história”. São dores, amores, medos, perdas e conquistas vividas a partir da pluralidade das orientações sexuais, da história pessoal do narrador que fala aberta e corajosamente a respeito de preconceito e representatividade. Direção, dramaturgia e elenco: Carmo Dalla Vecchia. (40 min). Onde: Sala Alberto Guzik. Teatro. DramaMix. Livre.
22h30 — Concílio do Amor — Inspirado na obra de Oskar Panizza, Concílio do Amor revisita a decadência da corte do Papa Alexandre VI, onde corrupção, luxúria e poder desafiam os próprios fundamentos da fé. Diante da degradação humana, Deus convoca um concílio celestial para decidir o destino da Terra, mas Lúcifer transforma o julgamento em uma inquietante reflexão sobre desejo, hipocrisia e moralidade. Direção: Sérgio Imparato. Dramaturgia: Esther Antunes. (100 min). Onde: Sala Hilda Hilst. Teatro. 16 anos.
22h30 — Luz nas Trevas — Luz nas Trevas é uma sátira mordaz sobre poder, hipocrisia e ambição. Em meio ao submundo de uma rua iluminada pela falsa moral da burguesia, um ex- cliente do bordel transforma vingança em negócio e descobre que, no capitalismo, até os inimigos podem se tornar sócios. Com humor ácido e atmosfera de cabaré, a peça revela os bastidores de uma sociedade onde a exploração sempre fala mais alto. Direção: Giuliana Macedo. Dramaturgia: Bertold Brecht. Elenco: Cris Padilha, Eros Rocha, Giuliana Macedo, Jhonathan Mago, Suelen Oliani. (60 min). Onde: Sala Antônio Pompêo. Teatro. 16 anos.
