O Fim do Mundo

por Paulo Maeda[@paulomaeda1] Uma figura iluminada com uma lanterna, de um azul fantasmagórico, surge no alto da sala Alberto Guzik, ao som de Björk caminha lentamente em direção ao palco, atravessa a plateia no caminho, carrega uma mala e um esqueleto de guarda-chuva – o nome da peça já me traz referências de um mundo … Continue lendo O Fim do Mundo