por Paulo Maeda[@paulomaeda1] “Dona Júlia” nos transporta para um boteco, monocromático e art nouveau. Ali,um inquieto funcionário (Daniel Camillo) organiza o espaço de maneirasistemática e sonora, cria musicalidades a partir dos objetos em cena, dita oritmo e desperta nossa curiosidade quanto à temática do que vem pela frente.Uma de suas ferramentas será um pedal de … Continue lendo Dona Júlia
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