Abertura Satyrianas 2025 – “Nós vamos sorrir”
Inspirada na frase do filme Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, a Satyrianas 2025 nasce com um tema que é um grande manifesto: Nós vamos sorrir.
Sorrir apesar de tudo, sorrir porque resistimos, sorrir porque a arte insiste em existir e porque nós, artistas, seguimos reafirmando nossa dignidade todos os dias.
A abertura deste ano será mais do que um evento. Será uma grande festa, uma celebração vibrante da força que move essa cidade, desse encontro entre teatro, circo, música, performance e história. Uma celebração das memórias que construímos e dos caminhos que ainda vamos abrir.
Em 2025, homenageamos o universo do circo e do palhaço. Esse lugar onde a alegria é revolucionária e a ingenuidade é um ato político. E prestamos um tributo especial aos Parlapatões, nossos parceiros históricos na construção da cena cultural da praça. Celebramos também Hugo Possolo e Raul Barretto, dois gigantes que ajudaram a moldar o humor e o teatro brasileiro com sensibilidade, coragem e irreverência.
E, como toda grande festa merece, abrimos a programação com o espetáculo de repertório A Cabeça de Yorick, no Espaço Parlapatões. Uma noite que também recebe muita música, e a presença sempre maravilhosa dos Doutores da Alegria.
E ninguém melhor para conduzir essa grande festa do que a Tchaka Drag Queen, que sabe transformar qualquer espaço em celebração.
A Satyrianas te convida a lembrar que, mesmo diante dos desafios, nós seguimos criando.
Nós seguimos insistindo.
E, juntos, nós vamos sorrir.
Que comece a festa.
Que comece a arte.
Que comece a nossa Satyrianas 2025 ✨
QUARTA- FEIRA, 19 DE NOVEMBRO
20h00 — A Cabeça de Yorick — três velhos palhaços, interpretados por Hugo Possolo, Raul Barretto e Nando Bolognesi, dão sua visão sobre a morte pelo olhar cômico e crítico, marca do grupo paulistano Parlapatões. Na mais famosa tragédia de Shakespeare, Hamlet, a única cena cômica é a dos coveiros. Hamlet pega caveiras nas mãos e se depara com a de Yorick, que foi o bobo da corte e alegrou sua infância. A imagem que mais representa a tragédia do velho bardo é de Hamlet com caveira erguida. Ou seja, o momento da tragédia que ficou imortalizado no imaginário é exatamente aquele no qual a comédia está presente na tragédia. Neste espetáculo com texto e direção de Hugo Possolo, os atores buscam uma inversão levantando imagens trágicas dentro do ambiente cômico. Em cena, três velhos palhaços dão sua visão sobre a morte pelo olhar cômico e crítico dos Parlapatões. Para a montagem de A Cabeça de Yorick, os Parlapatões Hugo Possolo e Raul Barretto se aliam a Nando Bolognesi, palhaço vindo da Cia. Do Quintal. Nando é um artista PCD, cadeirante (portador de ELA), e encara o desafio de abordar a temática da morte sob o provocativo ângulo da palhaçaria, envolvendo diferentes quadros cômicos, interação do público e também jogos de improviso. Em diferentes quadros da peça, que têm uma sutil ligação entre si, os três atores se veem diante da perda e da finitude para buscar saídas, cujo ângulo de visão busca fugir do trágico ou que, ao menos, contenha alguma esperança. Os três circulam em variadas abordagens como a de uma palestra motivacional sobre a vida eterna até outro quadro que traz um compêndio de diferentes maneiras de se suicidar. Em paralelo, a peça conta também os bastidores da primeira encenação da tragédia de Shakespeare, quando o comediante Kemp sai da companhia por achar sua participação pequena demais em Hamlet e tenta uma vingança contra o bardo. Brincando com o sentido da vida, A Cabeça de Yorick coloca a todos, artistas e público, dentro de uma importante reflexão sobre que opções fazer diante dos desafios diários e todas as oportunidades de desistência que sempre nos são apresentadas. Sob o olhar de comicidade, nos coloca novas possibilidades, abrindo as esperanças por meio da alegria cheia de críticas. Texto e direção: Hugo Possolo. Elenco: Hugo Possolo, Raul Barretto e Nando Bolognesi. Iluminação: Reynaldo Thomaz. Operação de som: Deivison Nunes. Operação de iluminação: Rafa Inácio. Comunicação e redes sociais: Camila Turim – A OUTRA. Assessoria de imprensa: Ney Motta. Programação visual: Werner Schulz. Fotos: Luiz Doroneto e Carolina Spork. Coordenação de produção: Cristiani Zonzini. Produção executiva: Manoela Flor. Realização: Nadadenovo Produções Artísticas. (80 min). Onde: Espaço Parlapatões. Teatro Adulto. 14 Anos
22h30 — Doutores da Alegria: Junta Besteirológica — A Junta Besteirológica é uma intervenção artística criada a partir de cenas improvisadas junto às crianças no quarto do hospital, trabalhadas dramaturgicamente para apresentações em teatros! Dois palhaços entram num quarto hospitalar e transformam aquele ambiente em um espaço lúdico onde a criança é transportada para o seu universo, o universo do brincar! Direção David Taiyu e Guilherme Olindo. Elenco: Dênis Goyos, Duico Vasconcelos, Fagner Saraiva, Igor Canova, Jussara Santos Silva, Loi Lima, Paola Musatti e Ronaldo Aguiar. Técnico de som e luz: Emerson Fernandes Rodrigues. Onde: Espaço Parlapatões. Teatro Infantil. CircoMix. Livre.
23h30 — Banda Bom Dia Cavalo — O show da Bom Dia Cavalo é uma experiência cênico-musical, composta exclusivamente por músicas autorais. Com humor, crítica e teatralidade, a banda cria um ambiente que mistura rock, performance e poesia absurda. Cada canção é uma cena, construída com letras inusitadas e arranjos provocativos. O espetáculo é direto, dinâmico e cheio de personalidade. (50 min.). Onde: Parlapatões. Satyrisom. Classificação 18 anos.
PROGRAMAÇÃO ABERTURA — ESPAÇO PARLAPATÕES
QUARTA- FEIRA, 19 DE NOVEMBRO
20h00 — A Cabeça de Yorick — três velhos palhaços, interpretados por Hugo Possolo, Raul Barretto e Nando Bolognesi, dão sua visão sobre a morte pelo olhar cômico e crítico, marca do grupo paulistano Parlapatões. Na mais famosa tragédia de Shakespeare, Hamlet, a única cena cômica é a dos coveiros. Hamlet pega caveiras nas mãos e se depara com a de Yorick, que foi o bobo da corte e alegrou sua infância. A imagem que mais representa a tragédia do velho bardo é de Hamlet com caveira erguida. Ou seja, o momento da tragédia que ficou imortalizado no imaginário é exatamente aquele no qual a comédia está presente na tragédia. Neste espetáculo com texto e direção de Hugo Possolo, os atores buscam uma inversão levantando imagens trágicas dentro do ambiente cômico. Em cena, três velhos palhaços dão sua visão sobre a morte pelo olhar cômico e crítico dos Parlapatões. Para a montagem de A Cabeça de Yorick, os Parlapatões Hugo Possolo e Raul Barretto se aliam a Nando Bolognesi, palhaço vindo da Cia. Do Quintal. Nando é um artista PCD, cadeirante (portador de ELA), e encara o desafio de abordar a temática da morte sob o provocativo ângulo da palhaçaria, envolvendo diferentes quadros cômicos, interação do público e também jogos de improviso. Em diferentes quadros da peça, que têm uma sutil ligação entre si, os três atores se veem diante da perda e da finitude para buscar saídas, cujo ângulo de visão busca fugir do trágico ou que, ao menos, contenha alguma esperança. Os três circulam em variadas abordagens como a de uma palestra motivacional sobre a vida eterna até outro quadro que traz um compêndio de diferentes maneiras de se suicidar. Em paralelo, a peça conta também os bastidores da primeira encenação da tragédia de Shakespeare, quando o comediante Kemp sai da companhia por achar sua participação pequena demais em Hamlet e tenta uma vingança contra o bardo. Brincando com o sentido da vida, A Cabeça de Yorick coloca a todos, artistas e público, dentro de uma importante reflexão sobre que opções fazer diante dos desafios diários e todas as oportunidades de desistência que sempre nos são apresentadas. Sob o olhar de comicidade, nos coloca novas possibilidades, abrindo as esperanças por meio da alegria cheia de críticas. Texto e direção: Hugo Possolo. Elenco: Hugo Possolo, Raul Barretto e Nando Bolognesi. Iluminação: Reynaldo Thomaz. Operação de som: Deivison Nunes. Operação de iluminação: Rafa Inácio. Comunicação e redes sociais: Camila Turim – A OUTRA. Assessoria de imprensa: Ney Motta. Programação visual: Werner Schulz. Fotos: Luiz Doroneto e Carolina Spork. Coordenação de produção: Cristiani Zonzini. Produção executiva: Manoela Flor. Realização: Nadadenovo Produções Artísticas. (80 min). Onde: Espaço Parlapatões. Teatro Adulto. 14 Anos
22h30 — Doutores da Alegria: Junta Besteirológica — A Junta Besteirológica é uma intervenção artística criada a partir de cenas improvisadas junto às crianças no quarto do hospital, trabalhadas dramaturgicamente para apresentações em teatros! Dois palhaços entram num quarto hospitalar e transformam aquele ambiente em um espaço lúdico onde a criança é transportada para o seu universo, o universo do brincar! Direção David Taiyu e Guilherme Olindo. Elenco: Dênis Goyos, Duico Vasconcelos, Fagner Saraiva, Igor Canova, Jussara Santos Silva, Loi Lima, Paola Musatti e Ronaldo Aguiar. Técnico de som e luz: Emerson Fernandes Rodrigues. Onde: Espaço Parlapatões. Teatro Infantil. CircoMix. Livre.
23h30 — Banda Bom Dia Cavalo— O show da Bom Dia Cavalo é uma experiência cênico-musical, composta exclusivamente por músicas autorais. Com humor, crítica e teatralidade, a banda cria um ambiente que mistura rock, performance e poesia absurda. Cada canção é uma cena, construída com letras inusitadas e arranjos provocativos. O espetáculo é direto, dinâmico e cheio de personalidade. (50 min.). Onde: Parlapatões. Satyrisom. Classificação 18 anos.
